As cidades do Alto Tietê terão mais de R$ 5,06 bilhões para administrar em 2021.
O orçamento previsto em Mogi das Cruzes é o maior da região. Caso a Lei Orçamentária Anual (LOA) seja aprovada, Caio Cunha (Podemos) terá que cuidar de R$ 1,95 bilhão na cidade.
Os dados foram levantados com as prefeituras do Alto Tietê. Em várias delas, a lei ainda não foi aprovada.
Segunda colocada na lista, Suzano vive situação parecida. Serão cerca de R$ 970 milhões entre receitas e despesas para Rodrigo Ashiuchi (PL) administrar, caso o projeto passe.
Em Ferraz de Vasconcelos, Priscila Gambale (PSD) deve ter um orçamento de R$ 359,3 milhões para administrar no ano que vem. A previsão é de que o projeto de orçamento da terceira colocada na lista deve ser votado na próxima segunda-feira (7).
Em Poá, o valor do projeto ainda será votado. O orçamento que deve ficar aos cuidados de Marcia Bin (PSDB) é de R$ 332,2 milhões.
Arujá aparece na quinta posição. Luis Antonio de Camargo (PSD), o Dr. Camargo, terá, em 2021, um orçamento que está previsto para ser de R$ 297,2 milhões.
Atrás, aparece Guararema, onde José Luiz Freire (PL) terá que administrar uma receita estimada em R$ 234,2 milhões.
Em Santa Isabel, ainda não houve votação do projeto. Carlos Augusto Chinchilla Alfonzo (PSL), prefeito eleito, terá aos seus cuidados um orçamento estimado em R$ 172,3 milhões.
Em Biritiba Mirim, Carlos Alberto Taino Junior (PL) terá um orçamento de R$ 95,8 milhões para administrar. A cidade é a oitava colocada da lista.
Em Itaquá, a previsão é de R$ 650 milhões para 2021.
Já a Câmara de Salesópolis não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem.