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Cidades

Com UTIs lotadas, Alto Tietê tem medicamentos para intubação por mais 30 dias

Prefeitos das cidades que cobram a chegada de mais insumos para garantir que não haja falta dos itens para os atendimentos

09 fevereiro 2021 - 05h00 Por Lucas Lima - de Suzano
Com hospitais da região ultrapassando a marca de 100% de ocupação nos leitos para Covid-19, o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Comdemat) estimou ontem que as unidades de saúde possuem produtos necessários para a intubação (tais como anestésicos injetáveis, relaxantes musculares e sedativos) até os próximos 30 dias.
 
Os prefeitos das cidades que cobram a chegada de mais insumos para garantir que não haja falta dos itens para os atendimentos.
 
Segundo o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), o pedido vem sendo reforçado por meio de ofícios encaminhados para o Estado, assim como para o Governo Federal.
 
Embora tenha sido registrado aumento na utilização de oxigênio, medicamentos e insumos, em razão da maior ocupação de leitos por pacientes diagnosticados com o novo coronavírus (Covid-19), a Secretária de Saúde de Suzano informou que o fornecimento desses itens segue normalizado. Mesmo assim, a pasta faz o acompanhamento e solicita adiantamento de entregas para não haver faltas.
 
Em Itaquaquecetuba, também não houve registros da falta de insumos até o momento. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a cidade segue as recomendações do Estado. O mesmo ocorre em Guararema. A Prefeitura informou que segue com todos os insumos necessários. Entretanto, não é possível saber até quando. 
 
O presidente do Condemat e Prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, destacou a importância do trabalho em parceria com os demais prefeitos da região para garantirem que não haja falta dos materiais. 
 
“A nossa atuação tem sido contínua, tanto no sentido de conseguirmos mais leitos para pacientes com a Covid-19, como também para adquirirmos equipamentos e insumos na quantidade necessária. Ao mesmo tempo, é imprescindível que haja uma ação conjunta dos municípios da Região Metropolitana de São Paulo e do governo do Estado, de modo que sejam executadas outras medidas de forma unificada”, destacou Ashiuchi.

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