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Cidades

Estado aplica R$ 30 mil nos CDPs da região para combater pandemia

Valor foi destinado para aquisição de materiais de proteção pessoal e produtos

08 agosto 2021 - 14h00 Por Lucas Lima - de Suzano
A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) investiu mais de R$ 30 mil nos Centros de Detenção Provisória (CDPs) de Mogi das Cruzes e Suzano desde o início da pandemia. O valor foi destinado para aquisição de materiais de proteção pessoal e produtos específicos para higienização das instalações, como parte das medidas de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19). Além disso, quatro presos com mais de 60 anos foram soltos por terem sido infectados pelo vírus na unidade suzanense.
 
Segundo a SAP, uma série de medidas é realizada para garantir a segurança sanitária no interior das unidades prisionais. O órgão segue as determinações do Centro de Contingência do coronavírus e suspendeu atividades coletivas, intensificou a limpeza de áreas, restringiu acesso às unidades e monitora grupos de risco. 
 
Em relação aos presos, a SAP informou que foram soltos quatro presos do CDP de Suzano com idade superior a 60 anos por causa do novo coronavírus, segundo determinação da Justiça. Além disso, nos CDPs de Mogi e Suzano 58 presos testaram positivo para covid-19 e todos se curaram e retornaram ao convívio. Em todas as unidades prisionais do Estado, a taxa de letalidade entre custodiados hoje é de 0,51%.
 
Estado 
 
O Estado de São Paulo distribuiu cerca de 9 milhões de máscaras para presos e funcionários, incluindo cerca de 1,2 milhão de outros tipos de máscaras. Além do produto, foram entregues aos presídios 4 milhões de luvas descartáveis, mais de 158 mil litros de álcool gel, 103 mil litros de sabonete líquido, entre outros insumos.
 
Desde junho de 2020, o Governo de SP realiza testagem em massa nas unidades prisionais, incluindo as pessoas privadas de liberdade e aos servidores do sistema penitenciário, obedecendo a um cronograma técnico da área da saúde.
 
Nos casos suspeitos entre os presos, o paciente é isolado e a Vigilância Epidemiológica local é contatada. Os servidores em contato com o paciente devem usar mecanismos de proteção padrão, como máscaras e luvas descartáveis. Se confirmado o diagnóstico, além de continuar seguindo os procedimentos indicados, o preso será mantido em isolamento na enfermaria durante todo o período de tratamento.

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