Os bicicletários das quatro estações do Alto Tietê que contam com esse serviço tiveram um aumento médio de 10% na demanda de usuários nos primeiros sete meses deste ano.
Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a maior adesão ao serviço se dá por conta da flexibilização das medidas de segurança adotadas por conta da pandemia da Covid-19. Ao longo dos meses sob pandemia, o movimento nas estações e trens foi crescendo gradualmente, levando também ao aumento no número de ciclistas usando o serviço.
O baque da pandemia chegou a derrubar em 73% o número de passageiros que usam os trens no início da crise sanitária, conforme dados de abril do ano passado fornecidos ao DS pela Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos (STM).
Com a retomada gradual de comércio e serviços, a população começou a voltar aos trens. Em novembro do ano passado, também de acordo com a STM, a média de demanda era de 53% em comparação com o normal, quando o sistema inteiro transporta cerca de dez milhões de passageiros por dia.
O Alto Tietê tem quatro estações que possuem bicicletário: Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos, na Linha 11-Coral; e Calmon Viana, que atende às linhas 11-Coral e 12-Safira. Juntos, eles somam 856 vagas.
Suzano é o que possui o maior número de espaços, com 576. Depois vem Ferraz, com 136 lugares; Calmon Viana, com 84 vagas e Poá, com 60.
Os espaços contam com iluminação, piso de concreto e segurança para controlar os acessos e preservar as bicicletas. Para utilizá-los, basta fazer o cadastro mediante apresentação de RG e levar o próprio cadeado e corrente para prender a bicicleta.