Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aponta que o preço da gasolina custa até R$ 5,89 no Alto Tietê.
O valor mínimo na região é de R$ 5,18. O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 14 de agosto.
A cidade que registrou o preço mais alto foi Mogi das Cruzes. Por lá, o preço mínimo é de R$ 5,19.
O preço mais caro registrado é R$ 5,89. Logo em seguida, aparece Poá com preços entre R$ 5,18 a R$ 5,76. No município de Itaquaquecetuba, o preço do combustível varia entre R$ 5,27 a R$ 5,59.
Segundo a ANP, a gasolina varia entre R$5,24 e R$5,69 em Suzano. O DS voltou a visitar os postos da cidade na manhã de quarta-feira (18). A maioria dos postos registram o preço de R$ 5,49. Em dois dos 5 postos visitados, o preço é de R$ 5,59.
O professor de economia Luiz Edmundo de Moraes explica que o preço da gasolina obedece a dois critérios: o preço do barril de petróleo e o dólar.
Segundo ele, o preço do barril não está pesado atualmente e que o aumento é causado pela alta do dólar. “Estamos em uma época onde o preço do barril não está tão pesado. Mas o dólar subiu muito. Isso tem feito os preços subirem”, disse o professor.
Para Edmundo, é preciso respeitar as leis de mercado e torcer pela diminuição da carga tributária dos combustíveis.
“Esperamos que haja uma diminuição da carga tributária. A sociedade está em um período de recessão. Muitos perderam empregos. Empresários perderam seus negócios. Esperamos que o Governo faça sua parte e reduza a carga tributária desses combustíveis”.
O professor ressalta ainda que os produtos nacionais não são vendidos como deveriam. A retomada da economia pode colaborar com a melhora das vendas internacionais, conforme explica Edmundo. “Com a retomada da economia e o aumento das vendas no mercado internacional, tudo deve ficar mais barato”, finalizou.