O programa social Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família a partir de novembro, deve atender 31.987 (quase 32 mil) famílias do Alto Tietê. Ao todo, será injetado R$ 12.794.800. O novo auxílio deve ter reajuste de 20%, chegando a R$ 400 com benefício transitório que o antecede. Os dados são do Ministério da Cidadania.
No último dia 20, o ministro da Cidadania, João Roma, confirmou que o reajuste no valor do novo auxílio é em relação aos valores atuais do Bolsa Família.
O ministro citou ainda o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para falar que o chefe do Executivo determinou que fosse criado um “benefício transitório” para contemplar as famílias até o fim de 2022 com R$ 400 mensais.
“Esse programa terá um reajuste de 20%. É um programa que é permanente e seguirá 2021, 2022, 2023 e assim sucessivamente. Isso chama-se despesas permanentes do governo, e é um programa que está estruturado para que avance cada vez mais” disse João Roma.
No Alto Tietê, entres as cidades que lideram o ranking com o maior número de famílias beneficiadas pelo programa está Mogi das Cruzes. A cidade conta com 9.614 beneficiários.
Na sequência vem Itaquaquecetuba com 6.309 famílias beneficiadas. Suzano aparece logo atrás com 4.639 famílias beneficiadas.
Com um pouco a menos, Ferraz de Vasconcelos segue a lista com 4.455 beneficiários do programa social federal.
Já Poá conta com 2.636 famílias beneficiárias do programa. Arujá ocupa a sexta posição com 1.594 famílias no programa.
Santa Isabel, por sua vez, tem 1.172 beneficiários.
Nas últimas três posições fica Guararema com 780 famílias, Biritiba Mirim (603) e Salesópolis (185).