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Cidades

Um ano após obras, SP-31 apresenta boas condições

Via é uma importante ligação entre as regiões do Alto Tietê e ABC Paulista

07 novembro 2021 - 12h12 Por Thiago Caetano - de Suzano
Um ano após as obras de modernização, a Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31) apresenta boas condições. A via é uma importante ligação entre as regiões do Alto Tietê e ABC Paulista.
Em praticamente todo o trecho de Suzano, as faixas da pista também estão em boas condições. A via é bastante sinalizada. A pista também conta com acostamento em vários trechos. Apenas entre os quilômetros 55 e 59 não há acostamentos. O trecho é de pista dupla.
 
Foram investidos R$ 19 milhões na modernização da rodovia, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), conforme informou a Secretaria de Transportes de São Paulo. As obras beneficiaram 1,9 milhão de moradores que vivem no entorno da via. Pelo menos 16 mil motoristas passam pela rodovia diariamente.
 
O investimento foi direcionado para recuperação da pista, com aplicação de microrevestimento em 37,2 quilômetros ao longo de quatro municípios. Além disso, foi acrescentada uma nova sinalização, com tachões refletivos e a instalação de defensas e muretas de concreto. Foram construídas três rotatórias: nos km 58,5, km 59,8 e km 60,8. Todos contam com acessos a bairros de Suzano. 
 
Ainda segundo o órgão, a pista foi dividida entre o km 58,4 e o km 62,2, “sendo mantido um sentido para cada lado”. Segundo a pasta, as medidas trouxeram maior fluidez no tráfego e "diminuíram os riscos de acidentes em conversões proibidas”.
 
Outro benefício citado pelo órgão, foi o alteamento da pista no km 68, em Suzano. O alteamento ocorreu com a finalidade de evitar alagamentos e trânsito em dias de fortes chuvas.
Após a entrega, o DER ficou responsável pela conservação de rotina. Os serviços incluem roçada, limpeza, drenagem e lavagem de placas.
 
Para o motorista Claudinei Silva da Cunha, o principal ponto de melhoria é nos retornos. Segundo o motorista, os retornos ficam muito longe e acaba tomando bastante tempo dos condutores. “Os motoristas levam acabam levando mais tempo para fazê-los”, disse. Na visão do motorista de ambulância, Marcílio Filho, também poderia haver mais retornos. Ainda segundo ele, o asfalto apresenta falhas em alguns trechos. Outro ponto destacado por Filho é a ausência das lombadas eletrônicas. “Em alguns trechos, o asfalto está machucado e poderia haver mais retornos”.

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