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Cidades

13º salário e Natal são apostas do comércio para recuperar vendas

Prazo para o pagamento da primeira parcela do 13º salário expirou na última terça

02 dezembro 2021 - 09h00 Por Thiago Caetano - de Suzano
O 13º salário e o Natal prometem agitar o comércio de Suzano em dezembro. Pelo menos é o que os comerciantes estimam. O Natal, comemorado no dia 25, é a data mais importante para o comércio e aliado ao benefício do 13º gera uma expectativa positiva para os lojistas. O prazo para o pagamento do benefício foi encerrado na última terça-feira (30).
 
Também é levado em conta o fato de que boa parte da população está vacinada contra o novo coronavírus (Covid-19). Em novembro, por exemplo, os lojistas notaram uma melhora nas vendas. É o caso do gerente de uma loja de roupas masculinas, José Arthur da Silva. “A partir do momento em que houve a imunização de boa parte da população, percebemos uma reabilitação do comércio”, afirma.
 
Esse crescimento em sua loja, localizada na Rua General Francisco Glicério, foi percebido nos meses anteriores, segundo o gerente. Sem citar números, ele garante que o crescimento irá ocorrer. E o 13º será um importante fator para isso acontecer. “A medida que a pessoa tem uma aquisição a mais ela faz compras. O 13º é praticamente voltado para isso. É imprevisível saber o quanto irá crescer. Mas esse crescimento vai acontecer”.
 
Quem também está animado é o gerente de uma loja de calçados, do Centro, Rafael Siqueira. Ele calculou um crescimento de 15% no movimento em novembro. Baseado nisso, ele espera que o crescimento continue. “Estamos aguardando se haverá ou não esse movimento. Tivemos um crescimento em novembro e, levando isso em conta, acreditamos que dezembro será positivo também”, analisa.
 
O benefício ainda não alavancou as vendas na loja da gerente Tatiana Cristina. De acordo com ela, o cenário está longe do ideal no estabelecimento. Porém, a expectativa está alta. “Ainda não alavancou. Por ser dezembro, vai melhorar. Ainda não é o ideal. Precisa de um tempo para recuperar”, disse.
 
E os consumidores também se planejam. É o caso de Vicentina da Silva. Ela não tem dúvidas do que fará com o dinheiro. “Pagar as dívidas. Faço salgados, mas a renda é baixa. O dinheiro veio na hora certa. Comprei um chinelo para minha filha e meu neto. Vou comprar um presente para o meu genro. Um pouco de cada vez”, finalizou. 

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