quarta-feira 30 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Cidades

Vendas de Natal atingem expectativa de comerciantes de Suzano

Lojistas registram aumento de 10% nas vendas durante o período em comparação a 2019

29 dezembro 2021 - 12h12 Por Thiago Caetano - de Suzano
As vendas de Natal atingiram a expectativa de comerciantes em Suzano. Os lojistas registram aumento de 10% nas vendas durante o período em comparação a 2019, antes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
 
A estimativa é a mesma apontada pela Associação Comercial e Empresarial de Suzano (ACE), que apontava um crescimento de 8 a 10% nas vendas. Proprietário da loja Magazine Cazarini, localizada na Rua Benjamin Constant, no Centro, avalia o período como positivo. O ápice foi na semana do Natal. “Tivemos uma pequena alta. No geral foi positivo. Em média cresceu 10%, mesmo com os clientes explorando bastante a loja”, disse.
 
O resultado traz otimismo para o comerciante, pensando em 2022. “Temos que ser otimistas. Acreditar que o mercado vai voltar a funcionar”.
 
Para a gerente da loja Dibs, Rose Santos, também no Centro, o resultado também foi animador. Agora, o foco é continuar com o crescimento no próximo ano. “As vendas cresceram na última semana. Como sempre, os clientes deixam para a última hora. Estamos fazendo de tudo para começar o ano com o pé direito”, estima.
 
Cristina Barbosa, da Loja Miamor, calcula o aumento de 5% a 10%. A gerente aguarda o início de 2022 para dar início às vendas de materiais escolares. “O aumento foi de 5% a 10%. Os últimos três dias, principalmente, foram ótimos”, avalia.
 
Entretanto, o gerente da For All, José Artur, esperava um resultado melhor. Principalmente, após calcular um crescimento em novembro, se comparado aos meses anteriores. “Não foi ruim, mas não foi como esperávamos. Tivemos um novembro muito bom e estávamos projetando o mesmo para dezembro”, afirma.
 
Para 2022 ele prega pés no chão. Principalmente por se tratar de um ano eleitoral. “Não acredito em uma mudança econômica que vá gerar consumo. Para gerar, precisa crescer o número de empregados. Temos uma taxa de desemprego elevada. Não é pessimismo. É pés no chão”, finalizou. 

Leia Também