Motoristas e moradores das imediações da Rodovia Índio-Tibiriça (SP-31), altura do número 3.800, cobram solução para a poluição do ar, provocado por gases. Eles apontam uma empresa do ramo de produção de ligas de alumínio e comercialização de metais como a causadora do problema.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou ao DS que está tomando providêcias. Multou a empresa duas vezes: uma no valor de R$ 232 mil, e a outra em R$ 37 mil. Motivo:emissão de gases na atmosfera.
A empresa já tinha sido notificada pela Cetesb para que eles legalizassem a licença de operação o mais rápido que puderem. No período de dezembro de 2020 a empresa chegou a solicitar a regularização da licença, mas recebeu parecer desfavorável devido ao não atendimento das exigências técnicas relacionadas às medidas de controle ambiental.
De acordo com Cetesb a empresa ainda não legalizou a licença.
“Eles estão sujeitos a novas penalidades, caso não acertem as regularizações”, afirma.
Motorista que utiliza a Rodovia Índio-Tibiriçá reclama sobre os gazes poluentes que a empresa emite. Segundo o motorista Fernando (que preferiu não fornecer seu sobrenome) disse que a fumaça toma conta da via, e não dá nem para enxergar ao redor. Além de ter mau cheiro”, conta.
O DS entrou em contato por e-mail com a empresa, até o fechamento da reportagem, a empresa não havia respondido.