O Conselho Comunitário de Segurança do Centro (Conseg) representa 89 bairros da cidade, atuando na área central de Suzano. Apesar disso, a entidade pede apelo aos moradores para incluir mais tutores do projeto Vizinhança Solidária.
Os mais novos bairros que implantaram esse projeto e tiveram êxito foram: Casa Branca e o Jardim Nazaré. O objetivo do Conseg é unir os moradores para fazer denúncias e, assim, diminuir os índices de criminalidade.
O presidente do Conseg Centro, Ednilson Macedo, ressalta que o Vizinhança Solidária integra os bairros do Casa Branca e Jardim Nazaré há pouco tempo. No entanto, ele destaca que os índices reduziram significativamente e tiveram resultados positivos. Além disso, ele pede apoio da população para ampliar o projeto para a Vila Amorim. “No bairro Casa Branca o projeto deu muito certo. O grupo do WhatsApp da Casa Branca tem 256 participantes que é o limite que WhatsApp permite, tem fila de espera para entrar. Pretendo criar mais grupos para incluir novos membros. Dessa forma, o bairro fica mais seguro. Além disso, os moradores contam que após a iniciativa do projeto diminuiu a quantidade de assaltos e furtos”, conta.
“Os grupos são formados por dois até cinco tutores que recebem as reclamações e repassam nas reuniões mensais para os diretores do Conseg. Nestas reuniões estão presentes em média 40 pessoas, incluindo o comandante da área da Polícia Militar e o delegado titular da Polícia Civil, o comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) e autoridades convidadas”, explica.
Segundo o presidente, o Conseg Central coordena essas reuniões mensais para aproximar o munícipe às autoridades presentes. “Por isso a presença dos moradores é essencial para essas melhorias. Para isso deixam aberto ao público”, opina. “O projeto funciona, a partir das denúncias dos moradores que se comunicam nos grupos sobre movimentos suspeitos pelo bairro, levando para as polícias os fatos, onde facilita a prevenção. Muitas vezes a própria população entra em contato com o Copom, acionado para que a PM e a GCM façam intervenções”, afirma.