O projeto para implantação de uma feira de artesanato na Praça da Igreja do Baruel segue na rota da Prefeitura de Suzano. O objetivo é tornar o local um ponto turístico.
Nesta semana o DS consultou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e o Fundo Social de Solidariedade, que confirmaram a proposta. Moradores do entorno estão ansiosos para que a execução da obra ocorra. O projeto da feira de artesanato estava no planejamento. Mas, devido à pandemia do novo coronavírus, as ações foram interrompidas.
Em Suzano, atividades foram retomadas de forma gradual. Exemplo disso foi o Mega Natal Artesanal, que ficou na malha central ao longo do mês de dezembro. As atividades, aos fins de semana, na feira do Parque Max Feffer também voltaram. A Prefeitura tem prestado apoio aos artesãos, inclusive com a criação de carteirinhas de identificação.
MORADORES
Segundo os moradores, é importante que existe a feira de artesanatos na praça.
De acordo com o coordenador da comunidade, Américo Castro, desde de 2016, após as reformas foi proposto a montagem de uma feira na praça em frente a Igreja. No entanto, até o momento os moradores não houve retorno.
Segundo os moradores, há uma possibilidade da Diocese de Mogi das Cruzes tornar a comunidade em um santuário.
“Esse pedido já foi reivindicado até para o bispo, mas nunca deram o retorno de tornar a Igreja um santuário”, explica.
Segundo a Diocese de Mogi das Cruzes, caso haja um interesse da comunidade, o pároco responsável e a comunidade devem fazer o pedido. “Por enquanto não houve pedido”, conclui.
Outro pedido de uma criação de passarela de ligação para a travessia entre a praça e a Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31) do outro lado para evitar acidentes. Para a Meima Santos, proprietária do brechó Achadinho Nossa Senhora da Piedade, a Prefeitura deveria construir uma passarela.
“Dessa forma, as pessoas poderiam visitar a igreja muito mais fácil”, conta.
Além disso, a proprietária ressalta que após a Igreja já ter completado 100 anos deveriam formalizar como um santuário. Para assim, manter aberto à visitação. “Nos dias de missas nas quartas-feiras às 19:30 horas e aos domingos às 10 horas, a Igreja recebe bastante visita. No entanto, na semana fica deserta porque não tem ninguém para passar uma informação sobre igreja e nem fazer uma visitação guiada”, conclui