O Padre Luis Alberto Hidalgo, pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia e presidente do Instituto Virtutis, anunciou a preparação da 14ª Festa Nordestina. Durante a participação no Programa do DS Entrevista, o padre destacou a construção das creches comunitárias e os cursos ofertados no Instituto Virtutis, situado no Jardim Gardênia.
Segundo o pároco, a festa faz parte do calendário da cidade e neste ano vai ocorrer como de costume em agosto, nos dias 5, 6 e 7. Está programado um concurso de Jegue, chamado Suzan Jegue, o mais enfeitado e bonito vai ser o vencedor do concurso.
“A festa conta com comidas típicas do Nordeste e também barracas de doces e salgados. Toda ajuda no dia do evento é feita por voluntários”, disse o padre.
No evento foi criado o museu do nordestino, um espaço para as pessoas que vieram do Nordeste resgatar as memórias da infância. Toda a arrecadação da festa vai ser revertida para o Instituto Virtutis e também para a Paróquia Santa Rita de Cássia. “Os cidadãos voltam no tempo entrando no espaço é bonito ver se recordando das memórias de infância”, conta.
O instituto em parceria com a secretaria de educação e a prefeitura de Suzano inaugurou duas creches comunitárias na região Norte da Cidade. Uma situada no Jardim Europa na Igreja da Rainha da Paz está atendendo cerca de 200 crianças. Outra foi inaugurada (10/03) no jardim Varan na Igreja São Francisco de Assiz que atende atualmente 145 crianças.
“Ainda tem vagas para crianças de 2 a 3 anos de idade na creche comunitária São Francisco. O espaço atende até 180 crianças”, avisa.
Sobre o Intitulo o pároco explica que dentre os 7 anos já foram atendidas cerca de 8 mil pessoas e a procura ainda é alta por parte dos moradores pelos cursos ofertados. O de judô é o mais popular.
“Quero retomar o curso de judô e vão ser ofertadas 120 novas vagas para as crianças. Ainda não há abertura de vagas para balé. Na turma atual são 60 crianças participantes”, conta.
O padre ressalta que durante a pandemia foram feitos diversos trabalhos para ajudar a comunidade. Foram distribuídas marmitas, feitas com cestas básicas doadas, para crianças e famílias carentes. “Durante este período as pessoas pediam muita comida e que eu rezasse por elas”, comenta.