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Entrevista

Astronauta Marcos Pontes fala de propostas em entrevista ao DS

Ele é candidato ao Senado Federal pelo PL. Uma das propostas é desenvolver a economia e o setor social da região

03 setembro 2022 - 20h30 Por Guynever Maropo - Da Reportagem Local
Primeiro brasileiro a ir ao espaço, o ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, esteve no DS e falou de suas propostas. 
 
Ele é candidato ao Senado Federal pelo PL. Uma das propostas é desenvolver a economia e o setor social da região. 
Durante a participação do Programa DS Entrevista, o astronauta disse que pretende trazer desenvolvimento econômico e social para a região. Para isso, vai se reunir com o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) e levantar os problemas da região e achar soluções de forma estruturada. 
 
"Sei que o Alto Tietê tem problemas na saúde, coleta de resíduos sólidos e tratamento de água. Quero me reunir com o Condemat e os deputados locais para debater soluções práticas e eficientes”, disse. 
 
Propostas 
 
O foco do ex-ministro é ampliar o sistema de educação dentro de São Paulo. Criar cursos profissionalizantes, em parceria com empresas privadas. 
 
“Tirar o jovem do risco social. A educação forma profissionais de qualidade. A ciência é para achar soluções e transformar em tecnologia. Que se transformem em inovações para criar empresa que gere empregos. Trazer qualidade para tornar esse ciclo possível”, contou.
 
Outro foco dentro do senado é trazer saúde e benefícios para as pessoas com deficiências físicas. “São 40 milhões de pessoas que têm ciência no País”, disse.
 
Atuação no ministério
 
Marcos Pontes falou da sua atuação no Ministério. Criou o Instituto Nacional do Mar. O instituto é responsável pela pesquisa de biodiversidade e sustentabilidade com os recursos do mar. 
 
Durante a pandemia, o ministério tornou possível o Brasil criar a primeira vacina com tecnologia totalmente brasileira. 
O ex-ministro também desenvolveu programas espaciais. Como a Central espacial de Alcântara, recebe recursos dos Estado Unidos, mas é brasileira. A central faz estudos de satélites e até lançamento de foguete.
 
“Em minha gestão o Brasil chegou em sétimo lugar em transformação digital no planeta. Como senador quero ajudar a ampliar ainda mais”, comentou. 

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