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Cidades

Cidades têm, ao menos, 4 abrigos para vítimas de violência doméstica

Suzano, Mogi, Itaquá e Ferraz contam com espaços de acolhimento. Um dos locais são sigilosos e com infraestrutura

16 outubro 2022 - 10h00 Por Ingrid Leone - de Suzano
O acolhimento para mulheres vítimas em casos de violência doméstica é realizado em quatro abrigos no Alto Tietê. As cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Ferraz de Vasconcelos contam com um local cada. 
 
A Prefeitura de Suzano informou que oferece a Casa Abrigo para as mulheres vítimas de violência. Um local sigiloso com infraestrutura para o acolhimento de até 20 pessoas. 
 
Em caso de risco de morte, as vítimas são acolhidas com seus filhos menores, com proteção, segurança, alimentação e atende as necessidades básicas. O processo é sempre após a acolhida inicial e atendimento técnico realizado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). 
 
Para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, o município oferece 20 vagas em acolhimento especializado, encaminhado pela justiça. Para esse grupo, as denúncias são por meio dos Conselhos Tutelares 1 e 2, no telefone 4748-5940 e 4748-8188. 
 
Mogi das Cruzes também tem um local de acolhimento. Na cidade, tem a Casa Abrigo para Mulheres em Situação de Violência Doméstica, um abrigo provisório para mulheres, acompanhadas ou não de seus filhos. 
 
O endereço também é sigiloso, para a segurança dos abrigados. O funcionamento do local é ininterrupto e conta com equipe multidisciplinar para atendimento e apoio, entre psicóloga, assistente social e educadoras sociais.
 
Os contatos com o serviço são feitos em atendimento nas Delegacias de Defesa da Mulher ou em Creas. O telefone para contato é 4728-1878 ou 4725-9826. 
 
Em Itaquaquecetuba, apesar de não ter um local fixo que atende as vítimas, através da Secretaria de Políticas para Mulheres é possível fazer o encaminhamento necessário. De acordo com a prefeitura, a mulher é direcionada para um hotel parceiro. A administração também está viabilizando um abrigo sigiloso no município.
 
Com uma parceria entre Instituto Avon e Ferraz de Vasconcelos, mais um abrigo é oferecido na região. O atendimento é realizado em um primeiro momento pelo Creas. Após avaliação do técnico do estabelecimento, a mulher é direcionada ao Programa Acolhe, com acolhimento temporário, atendimento especializado no âmbito jurídico, psicológico e social; além de capacitação profissional.
 
A administração de Guararema informou que ainda não conta com este sistema de acolhimento público.
 
A reportagem entrou em contato com todas as prefeituras, e não conseguiu respostas de Poá, Arujá, Biritiba Mirim, Salesópolis e Santa Isabel até o final desta reportagem. 

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