Novo relatório divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado aponta que o Alto Tietê tem dez obras paradas ou atrasadas orçadas em R$ 71,94 milhões.
Das dez cidades da região, cinco estão na lista do Tribunal de Contas.
Se comparado com o relatório divulgado há um ano pelo tribunal, a região reduziu o número de obras, passando de 19 para dez, como citado. As 19 obras paradas ou atrasadas registradas ano passado eram avaliadas em R$ 164,3 milhões.
Relatório atual
No relatório divulgado este mês pelo TCE-SP, Suzano e Ferraz aparecem com três obras atrasadas. São as cidades com mais obras inconcluídas.
Em Suzano as obras paradas são: Construção para implantação da Fatec Suzano; Infraestrutura viária Badra Planalto; Infraestrutura Viária e regularização Fundiária Badra Jaguari.
As três custam R$ 45,8 milhões.
As de Ferraz tratam-se da Reforma e Ampliação do Prédio para instalação da Câmara Municipal de Ferraz de Vasconcelos; Construção de Centro de Convenções; Construção de 187 moradias do Projeto Morar Bem II.
As obras custam R$ 10,4 milhões.
Em seguida aparece Salesópolis, com duas obras paradas ou atrasadas.
Segundo o TCE, as obras são: Reforma do Centro de Pesquisa e Obra de Revitalização do Largo do Mercadão.
Elas estão avaliadas em R$ 1,95 milhões.
Por fim, aparecem Poá e Santa Isabel, com uma obra cada.
Em Poá, a obra trata-se da Construção do Centro Educacional Poaense - CEP Santa Luiza, avaliada em R$ 10,7 milhões.
E a de Santa Isabel, a obra é da Construção da 1ª fase do centro municipal de formação pedagógica, avaliada em R$ 2,9 milhões.
Relatório de 2022
Comparado com o relatório divulgado há um ano pelo TCE, Arujá e Biritiba saíram da lista. Há um ano Arujá tinha uma obra parada e Biritiba, oito.
Ferraz diminuiu em uma obra.
Poá reduziu em duas obras paradas neste período.
E Suzano concluiu uma obra parada ou atrasada.
Estado
O estado contabiliza 726 obras paradas com valores que passam de R$ 20 bi.