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Cidades

'Mapa da Dengue' aponta 603 casos no Alto Tietê; mulheres são mais afetadas pelo vírus

Gráfico interativo foi elaborado pelo governo estadual. Suzano lidera em casos registrados, com 280 contaminados

08 fevereiro 2024 - 05h00 Por Fernando Barreto - da Região
O Alto Tietê registrou 603 casos de dengue entre 1º de janeiro e 7 de fevereiro, conforme painel elaborado pelo governo estadual.
 
Na análise detalhada dos pacientes, a maioria dos infectados são mulheres entre 20 a 34 anos e 35 a 49 anos, com 257 e 258 casos, respectivamente. 
 
Já entre os homens o maior número de casos também é registrado entre pacientes de 20 a 34 anos e 35 a 49 anos, com 203 e 174 casos, respectivamente.
 
Já na análise por raça, aqueles que se definem brancos lideram com 51,51% dos casos registrados na região, seguido por pardos, com 41,17% e preta com 6,26%.
 
Vale ressaltar que nos dados sobre os pacientes estão incluídos os números de Guarulhos, que não faz parte do Alto Tietê, mas estão inseridos no painel e não é possível analisar o perfil dos infectados na região sem considerar o município.
 
Cidades
 
Na análise por municípios, Suzano lidera com 280 confirmados. Seguem a lista em ordem decrescente (do maior para o menor número de casos): Itaquá (101), Mogi (65), Ferraz (46), Santa Isabel (43), Poá (38), Arujá (12), Guararema (10), Biritiba (8) e Salesópolis (0).
 
Estado
 
Até esta terça a plataforma registrava 28.808 casos confirmados de dengue no estado desde 1º de janeiro; 533 casos da doença com sinal de alarme; 45 de dengue grave; e 4 óbitos. O sintoma mais comum nos casos confirmados é a febre, seguido de dor muscular, dor de cabeça, náusea, e dor nas costas.
 
Os municípios com maior incidência da doença no estado são Pederneiras e Boracéia, na região de Bauru; Pindamonhangaba, na região de Taubaté; Palmares Paulista, na região de São José do Rio Preto; e Monte Azul Paulista, na região de Barretos. Foram identificados os sorotipos 1, 2 e 3 da dengue nas cidades paulistas.
 
O governador em exercício Felicio Ramuth assinou, também nesta terça-feira, o decreto que cria o Centro de Operações de Emergências (COE) de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e zika. A primeira medida adotada pelo COE foi a destinação de R$ 200 milhões às prefeituras dos 645 municípios paulistas para o combate ao mosquito. 

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