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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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Homenagem a José de Gouvêa, compositor do Hino a Suzano

06 NOV 2015 - 07h00

carmineJosé de Gouvêa ainda não depositou as roupas, de poeta, compositor, artista, comediante e pintor. Essa é a razão do recebimento da Medalha A. Marques Figueira, outorgada pelo Legislativo. Foi Gouvêa que compôs, com palavras certas e vencedoras, o Hino a Suzano, para um concurso promovido em 1989, pela Administração Municipal, usando a linguagem e a rima, que consiste na igualdade de som a cada dois versos. Diz o refrão: “Avante! Avante Suzano! Para um futuro de glória. Avante! Avante Suzano! Para o florir da vitória.

Belo e grande Hino que inspira os cidadãos, os políticos e todos os componentes que trabalham na Prefeitura a viver ou a administrar a cidade com novas forças, novo alento e novo espírito. As palavras do Hino, são por si mesmo, uma esperança, que deveria levar os suzanenses, a Câmara e o Executivo a olhar para um futuro melhor, promovendo as necessárias políticas públicas.

Na verdade, o Hino composto por José de Gouvêa é cantado, sem lances de grande e verdadeiro amor pela cidade. Talvez, nas escolas seja pura e sincera, a emoção que nasce e surge no coração dos alunos, ao cantar o Hino Nacional e o da cidade.

Porém, no Congresso Nacional, nas Assembleias legislativas estaduais, nas Câmaras municipais e nas comemorações oficiais, apenas as três bandeiras: do Brasil, dos Estados e dos Municípios erguem-se com a beleza das cores, da música e das letras.

Pelo resto, chego a pensar que os Hinos não produzem muito efeito, na luta pela causa de uma nova ordem e em defesa dos interesses do povo, pois, bem sabemos, da enraizada corrupção que existe no País, nos Estados e nos Municípios.

O Hino a Suzano é atraente, mas também desafiante. Quem fica em sintonia permanente com as palavras que o compõem e age corretamente, sem derrubar e manipular a ordem social, mas luta na defesa da justiça e do desenvolvimento urbano, pode ser considerado um verdadeiro patriota.

José de Gouvêa foi feliz na composição do hino.

Evidentemente foi movido pelo amor à cidade, buscando a luz e a inspiração na bandeira municipal, na história dos imigrantes e no avanço industrial, acontecido nos anos 70, sobretudo pelo incentivo do prefeito Pedro Miyahira. Por essa razão, o estimado compositor José de Gouvêa, havia recebido o título de Cidadão Suzanense e está recebendo agora a Medalha ao mérito A. Marques Figueira.

A tudo isso, é preciso acrescentar, o talento de Gouveia como pintor, ator, humorista e artista plástico. Foi amigo de Aloisio Ferreira Gomes, mais conhecido com o nome de Canarinho, com o qual gravou as cenas de dois filmes: “ Soldado por acaso” rodado em Mogi das Cruzes em 2004, e “Cadê o dinheiro”, quase todo filmado em Guararema.

Gouvêa estudou no Seminário e ainda hoje guarda os ensinamentos que os professores injetaram na vida dele, no período da sua linda juventude. José, dá lições de vida para os filhos, netos e para tantos amigos que com ele partilham da mesma cultura religiosa, filosófica e teológica.

Não é cantor, mas é capaz de cantar o Hino a Suzano, para dizer a todos, cidadãos, empresários e políticos que só o amor pela cidade é antidoto eficaz para viver bem e administrar bem a cidade. Hoje eu tenho, aqui na minha mente, bem guardadas as palavras do Hino. Quero tudo para Suzano, mas há também, quem não quer nada, enfim.

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