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Jornal Diário de Suzano - 07/07/2020
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COLUNA

Sueli Barão

É evangélica, professora escreve aos domingos

Orgulho e queda

27 JUN 2020 - 23h59
É sutil o caminho que nos afasta da humildade e nos faz chegar à arrogância. Por isso, precisamos estar sempre atentos. A Bíblia diz que o orgulho precede a queda. O orgulho é uma loucura. O que é o homem? O Salmo 8 mostra quão pequeno é o homem diante do Universo: "Quando admirado, olho o céu à noite, o céu que Tu criaste com as Tuas mãos; quando vejo a lua e as estrelas que lançaste no espaço, fico pensando... Afinal, por que Deus foi dar tanta atenção a essa coisa tão pequena que é o homem? Por que Ele procura se aproximar de nós? No entanto, o homem é apenas um pouco menor que Deus. Tu, Senhor, deste ao homem grande glória e honra!" O homem foi considerado a coroa da criação. Mas tudo isso com o propósito de glorificar o Senhor. O que vemos, porém, é que isso raramente acontece, pois o homem é tentado a usar as habilidades dadas por Deus de forma egoística, sempre em proveito próprio. 
Nada é mais detestável para Deus do que o orgulho. O primeiro pecado, o fundamental, em essência, é o que objetiva a entronização do "eu" no lugar de Deus. Foi esse pecado que transformou Lúcifer, anjo de luz, guardião do trono de Deus, no abominável inimigo infernal, e que o levou a ser expulso do céu. Das muitas formas que esse pecado assume, nenhuma é mais abominável do que o orgulho espiritual. Ser orgulhoso dos dons que Deus nos concedeu, ou da posição a que Sua graça nos elevou é esquecer de que a graça é uma dádiva, e que tudo quanto temos nos foi dado sem que merecêssemos. O orgulho quase fez o general sírio, Naamã, doente de lepra, perder a chance de ser curado. Como se sabe, ele não queria mergulhar sete vezes no rio Jordão, um pequeno rio de Israel, já que podia fazê-lo nos grandes rios de seu país. Mas foi convencido a vencer o orgulho. E recebeu a cura. (II Reis 5) Nem sempre é do nosso jeito. O orgulhoso, em geral, não ouve opiniões e conselhos. No entanto, quando as coisas não dão certo, ele não assume a responsabilidade sozinho.
O rei da Babilônia, Nabucodonosor, foi acometido de uma doença estranha, provavelmente, licantropia, por causa de seu orgulho. Essa doença fez com que ele agisse como um animal inferior. Tudo começou quando ele estava passeando pelo terraço do palácio real e disse: - "Eu mesmo, com o meu grande poder construí esta bela cidade para ser minha casa, a capital do meu grande império". Ele ainda estava falando, quando ouviu uma voz que vinha do céu: "Você já não é o rei deste grande império! Você será expulso do seu palácio e vai viver com os animais do campo; vai comer capim como os bois durante sete anos, até compreender que Deus é quem domina sobre os reinos da terra e os entrega a quem Ele quer". No final dos sete anos, a mente de Nabucodonosor voltou a funcionar como mente de homem. São dele essas palavras: "Por isso, agora eu, Nabucodonosor, louvo, glorifico, honro o Rei do Céu, o grande Juiz, porque todos os seus atos são justos e bons. Ele pode humilhar os orgulhosos, fazendo-os arrastar-se no pó". Aprendamos com Jesus a humildade. "Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, Ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, Ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte - morte de cruz". (Filipenses 2:6-8)
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