As cidades do Alto Tietê iniciaram uma nova etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Desta vez, o reforço aplicado é a vacina bivalente da Pfizer, que protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron. O Ministério da Saúde dividiu os grupos prioritários em cinco fases e informou que a vacinação será escalonada em etapas, conforme o envio das doses aos estados e o recebimento de novas doses pela Pfizer.
Em Suzano, por exemplo, a Secretaria de Saúde inicia, esta semana, a imunização das pessoas com mais de 60 anos contra variantes do novo coronavírus (Covid-19).
A aplicação da vacina bivalente da Pfizer confere proteção contra cepas atualizadas, incluindo a ômicron. O atendimento estará disponível nos 24 postos, de segunda a sexta-feira, das 8 às 16 horas.
De acordo com a Secretaria de Saúde, a ação representa um importante avanço no combate à doença.
A secretaria informou que fechou o último quadrimestre de 2022 com uma queda vertiginosa na mortalidade por Covid-19. Isso é reflexo da vacinação maciça que realizamos nos últimos dois anos, sendo referência no atendimento. Agora, a expectativa é reforçar mais uma vez a importância da proteção, começando pelos idosos.
Até o momento, a imunização com vacinas monovalentes conferiu proteção apenas contra o vírus originário da pandemia. Contudo, com o surgimento de outras variantes, foi adotada a estratégia da dose de reforço com a vacina bivalente, desenvolvida com cepas do vírus original e variantes.
É importante que todos os moradores tenham a responsabilidade e a consciência nesta nova etapa, evitando infecções graves e eventuais internações e óbitos pela doença.
Para receber a dose é preciso estar com o esquema vacinal completo e apresentar documento original com foto, CPF, cartão SUS e comprovante de endereço. O atendimento ocorre em todas as 24 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 8 às 16 horas, sem a necessidade de agendamento prévio.
A aplicação da vacina bivalente no município se iniciou no final de fevereiro, atendendo moradores com 70 anos ou mais; pessoas que vivem e trabalham em instituições de longa permanência com 12 anos ou mais; imunocomprometidos com 12 anos ou mais; e integrantes de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, também com 12 anos ou mais. Vale ressaltar que o acolhimento a esses públicos segue na rede, concomitantemente às pessoas com mais de 60 anos.
As vacinas bivalentes recebem esse nome porque, diferentemente das monovalentes, que só tinham a cepa original do vírus, elas foram atualizadas para proteger também contra a variante ômicron, que predomina atualmente no mundo.