Cenário de crise 2017 começou e após mais de três meses, os novos prefeitos continuam com seus mandatos num cenário de ainda mais contenção de gastos: menos investimentos e no qual prometer cortes de despesas virou até promessa permanente. Fechar a torneira Os prefeitos garantem que a ordem é “fechar a torneira, mesmo”. Encolhimento da receita A crise econômica encolheu as receitas das cidades com queda real desde o início do mandato. Economia parada O prefeito que entrou neste ano já sabia que a economia não ia crescer. Servidores com celular Servidores que têm celular, por exemplo, estão sendo obrigados a virar a conta com redução. Venda de frota Em São Paulo, o prefeito eleito João Doria (PSDB) já anunciou a venda da maior parte da frota municipal e mandou os servidores usarem Uber, além de reduzir as secretarias de 27 para 22 e em 15% os valores de contratos. 6% menor A atual gestão estima que a receita neste ano será 6% menor que o previsto –uma perda de aproximadamente R$ 3 bilhões. Fazendo contas Para fazer a conta fechar, pelo menos R$ 800 milhões foram remanejados de outros setores neste fim de ano para subsidiar o transporte público e custear a saúde, entre outras áreas. Trens da CPTM O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) decidiu pela anulação de edital promovido pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) com objetivo de exploração, operação e manutenção de equipamentos para venda de créditos do cartão Bilhete Único. Relator da matéria O relator da matéria, conselheiro Dimas Eduardo Ramalho deu procedência parcial à representação interposta contra o certame e determinou a anulação do edital proposto por entender que houve impropriedade da utilização da modalidade de ‘chamada pública’ para o objeto em questão.