Agenda
nacionalizada
A agenda “nacionalizada” do prefeito de São Paulo, João Doria, mostra que o político está mesmo com objetivo de “se lançar” como um postulante do PSDB nas eleições do ano que vem à Presidência.
Mesmo partido
O problema é que o governador Geraldo Alckmin (PSDB), do mesmo partido, já adiantou que vai querer disputar as eleições.
Divergência
No meio desta “divergência” estão os prefeitos das cidades do Alto Tietê. A maioria deve apoiar um dos dois candidatos.
Outros
partidos
Por outro lado, partidos como o PT e o PR, os dois considerados com maior número de filiados no Alto Tietê, também se preparam para as eleições.
Andar da
carruagem
Mas, pelo andar da carruagem não será novidade se o prefeito de São Paulo ou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) “apontarem” pelo Alto Tietê, numa pré-candidatura às eleições no Palácio do Planalto.
PR
No PR, por exemplo, o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, o Boy, condenado no mensalão e o principal cacique do PR, deve “dar as cartas nas decisões do partido”.
Influência
Ele exerce influência direta sobre a bancada na Câmara. Também passa pelo seu aval as principais indicações de segundo e terceiro escalão no Ministério dos Transportes - ocupado pela legenda.
Procura pelo
ex-deputado
Só para se ter uma ideia, em julho, o presidente Michel Temer (PMDB) procurou o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto em busca de votos do PR para tentar barrar a denúncia da Procuradoria Geral da República na Câmara dos Deputados. Temer quer ajuda da bancada do PR principalmente no plenário da Câmara.