terça-feira 29 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Lance Livre

Lance Livre 03-07-2018

02 julho 2018 - 23h59 Por Edgar Leite
Lance Livre 03-07-2018
Desenvolvimento
Um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que o alto desenvolvimento socioeconômico é realidade de poucas cidades do Brasil. 
 
7,9%
De acordo com o estudo divulgado, somente 7,9% dos municípios do país têm este nível de classificação.
 
431
O estudo identifica que, dentre os 5.471 municípios avaliados em 2016 pela entidade, apenas 431 tiveram alto índice de desenvolvimento – 223 a menos que em 2013, ano que precedeu o ingresso do País na recessão econômica. 
 
11 cidades
Em contrapartida, apenas 11 cidades foram classificadas com baixo desenvolvimento. 
 
Moderado
O estudo indica que a maioria dos municípios avaliados (3.743) tinha desenvolvimento moderado em 2016. Já os demais (1.286) tiveram índice regular de desenvolvimento.
O estudo é mensurado pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Para que seja feito o cálculo do IFDM, foi feito o monitoramento das áreas de emprego e renda, educação e saúde com base nas estatísticas oficiais dos respectivos ministérios.
 
Variação do índice
O índice varia de 0 a 1, sendo que, quanto mais perto de 1, maior o desenvolvimento.
País dividido 
 
Desigualdade 
A análise regional do IFDM mostra que permanece grande a desigualdade socioeconômica entre as regiões do país. Segundo o coordenador de estudos econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, "o Brasil continua dividido em dois: Norte e Nordeste com menor desenvolvimento, e Sul e Sudeste com maior desenvolvimento".
 
500 municípios
No ranking oposto, ou seja, dos 500 municípios com os maiores índices de desenvolvimento, a Região Sudeste liderou a lista, com 50%, seguida da Região Sul, com 41%. O Centro-Oeste respondeu por 7% deste ranking.