Ministério do Trabalho
Sindicatos que representam trabalhadores de diferentes setores no Alto Tietê dividem opiniões sobre a possível recriação do Ministério do Trabalho.
Ação política
Uma parte avalia que a reforma ministerial é uma ação política para Jair Bolsonaro (sem partido) se manter no poder, enquanto outros consideram a recriação positiva. O antigo Ministério do Trabalho, que deverá ser chamado Ministério do Emprego e da Previdência Social, está atualmente incorporado no Ministério da Economia.
Pasta extinta
A pasta foi extinta logo no início do governo de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019. Com a recriação, o ministério deve ser comandado por Onyx Lorenzoni, que hoje ocupa a função de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Central do Brasil
Segundo Valmir de Lemos, representante do Sindicato Central do Brasil, entidade que representa ferroviários e funcionários que atuam nas linhas que atendem o Alto Tietê, a recriação do Ministério pode ser vista com desconfiança.
Mesma linha
Na mesma linha de raciocinio, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública de Poá (Sintep), Edgar Passos, também avalia que a recriação da pasta é apenas uma jogada política, sem benefício para os trabalhadores.
Desconfiança
Mesmo com desconfiança diante da possibilidade, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Suzano, Pedro Benites, ressaltou a importância do ministério existir, mas pontua fatores a serem melhorados.
Comércio Varejista
Por outro lado, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes e Região (Sincomércio), Valterli Martinez, estima que a recriação do Ministério do Trabalho seja benéfico para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), já que cumpria a função de mediador das negociações que ocorriam.
DS 60 anos
A jornalista e colunista social Lana Camargo será a entrevistada desta segunda-feira, dia 26 de julho, às 17 horas na série ‘DS 60 anos’.