Obras paralisadas
Novo levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) indica que o número de obras paradas ou em atraso no Estado subiu de 762 para 784, entre outubro de 2022 e abril deste ano. As informações são do portal do TCE.
507
Desse total, 507 estão paralisadas e outras 277, em atraso. Desde 2008, quando a obra mais antiga da lista deveria ter sido entregue, tais empreendimentos já consumiram R$ 12.912.409.071,38 em recursos públicos.
Dia 11
As informações foram colhidas até o último dia 11, em 3.176 órgãos estaduais e municipais fiscalizados pela Corte paulista. Os dados estão disponíveis, para consulta e download (planilhas), no ‘Painel de Obras Atrasadas ou Paralisadas’, por meio do link www.tce.sp.gov.br/paineldeobras.
Mais cara
A obra parada mais cara da lista é a de implantação da Linha 15 – Prata, do Metrô. A construção do monotrilho, que contará com uma frota de 54 trens, deveria ter sido entregue em outubro de 2015, com um custo total de R$ 2.463.875.479,65. O empreendimento, entretanto, já consumiu R$ 2.721.547.039,24 — R$ 257,6 milhões acima do inicialmente ajustado.
Inconclusa
Segundo informações do TCE, a obra há mais tempo inconclusa, com previsão inicial de entrega em 2008 e interrompida desde 2009, é referente a um prédio com três andares com salas de aula multiuso e quadras poliesportivas da Escola Superior de Educação Física de Jundiaí. A contratação — de responsabilidade da prefeitura local no valor de R$ 1.878.888,68 — já consumiu R$ 725.928,10.