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Região contabiliza 81 casos de meningite

25 novembro 2016 - 07h00 Por Gabriely Machado
Região contabiliza 81 casos de meningite

As cidades do Alto Tietê registraram 81 casos de meningite entre janeiro e novembro deste ano. A informação foi divulgada pelas Secretarias de Saúde. O registrado durante todo o ano passado foi de 89 casos. Dos casos deste ano, 66 foram contabilizados em Mogi das Cruzes, ou seja 81,48% do total. A cidade mogiana, somente neste mês, contabilizou dez casos, sendo quatro em uma escola particular. Os números foram disponibilizados por Suzano, Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquá e Mogi. No município suzanense, a Secretaria de Saúde divulgou que sete casos de meningites foram atendidos este ano. Não houve óbito. Em 2015, foram 12 registros. As pessoas com suspeita da doença são encaminhadas ao Pronto-Socorro. Mogi, que teve recentemente o surto de meningite registra apenas um caso a menos que em 2015. No ano passado, o município somou 67 casos. Segundo a Saúde até o momento houveram oito ocorrências de meningites virais e duas de meningites bacterianas. Dos virais, quatro são do surto ocorrido na escola particular. A pasta informou que a vigilância epidemiológica mantém um acompanhamento das ocorrências, realizando os procedimentos indicados para cada caso. Arujá contabilizou três casos no ano passado com um óbito. Neste ano, foram registrados dois casos sem óbitos. Outras seis ocorrências deste ano foram registradas em Ferraz e Itaquá. Na primeira, de acordo com a vigilância epidemiológica, foram dois casos da doença. Já a segunda registrou quatro confirmações sem mortes. Em 2015, Ferraz contabilizou seis. A pasta explicou que o primeiro atendimento é realizado a nível hospitalar que realiza a avaliação e quando há suspeita o paciente é encaminhado para isolamento, coleta de exames, administração de antibióticos e feito a notificação. A Vigilância recebe a notificação, e dá inicio a investigação e orientações aos que tiveram contato com os doentes. Em Itaquá, no ano passado foram seis casos, sendo uma morte. A Secretaria de Saúde afirmou que os doentes são atendidos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e no Centro de Saúde (CS) 24 horas, e de lá são transferidos para o Hospital Santa Marcelina.

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