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Região

Mortalidade infantil mantém índice de 11 mortes para cada mil nascimentos

Dados são da mais recente atualização do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc) do DataSUS

22 setembro 2018 - 23h54 Por Marília Campos - da Região
A taxa de mortalidade nas dez cidades do Alto Tietê se mantém em 11,9 ocorrências a cada mil nascimentos na região, durante o primeiro trimestre de 2018. No mesmo período do ano passado, eram 11,1 mortes a cada mil nascidos.
 
Os dados são da mais recente atualização do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc), do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), em comparação às informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), divulgados pelo Painel de Monitoramento da Mortalidade Infantil e Fetal, parte do Departamento de Informação e Análise Epidemiológica da secretaria de Vigilância em Saúde. 
 
Entre janeiro e março deste ano, o Sinasc apontou o nascimento de 4,8 mil bebês na região, enquanto o Painel de Monitoramento computou 58 mortes infantis e fetais. Os números representam um óbito a cada 83 nascimentos, ou 11,9 ocorrências a cada mil partos. As proporções se mantêm em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 6,1 mil crianças nasceram no primeiro trimestre de 2017, enquanto outras 69 morreram no Alto Tietê. Os números significam que, naquela época, era uma morte para 89 nascimentos, ou 11,1 ocorrências a cada mil partos. 
 
Valendo-se do mesmo método para os três primeiros meses dos anos anteriores, os índices de 2018 representam uma queda de pelo menos 55% em comparação à mortalidade infantil verificada na região em 2014. No primeiro trimestre daquele ano, 6,3 mil crianças nasceram e 170 mortes foram verificadas. 

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