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Balanço

Alto Tietê fecha 2018 com 5,5 mil empregos; Suzano fica na liderança

Responsável por puxar o maior número de empregos foi Suzano, com 2.745 novas vagas com carteira assinada

24 janeiro 2019 - 00h04 Por Marcus Pontes - de Suzano
O Alto Tietê fechou 2018 com saldo positivo de 5.501 contratações formais. Em 2017, foram 4.405 novos empregos com carteira assinada, o que indica que a região teve um salto de 24,88%. E um dos municípios responsáveis por este aumento é Suzano. Ao todo, a cidade acumulou 2.745 novos empregos. As informações fazem parte do levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (23) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
 
Além do município suzanense, a segunda cidade com o maior saldo de contratações foi Mogi das Cruzes. No acumulado de 12 meses, foram 1.861 novas vagas formais abertas. O saldo foi mais positivo do que o de 2017, quando ao longo do ano, o município registrou a contratação de 1.621. 
 
Itaquaquecetuba e Arujá quase empataram, em relação às oportunidades abertas, nos últimos 12 meses do ano passado, com carteira assinada. Ao todo, as cidades acumularam 874 e 831 contratações, respectivamente. O município itaquaquecetubense, porém, foi um dos que mais amargaram demissões, em comparação aos dados de 2017.
 
Naquele ano, a cidade registrou o maior número de contratações da região, com 1.911. E, atualmente, houve uma queda para 874. Ou seja, uma redução de 54,26%. 
 
Outras duas cidades da região também tiveram resultados positivos: Guararema, totalizou 236 e Ferraz de Vasconcelos, com 129 novas vagas. 
 
Apesar do cenário positivo do Alto Tietê, quatro cidades fecharam o ano com mais demissões do que contratações. Para se ter ideia, Poá foi a principal. A cidade encerrou 2018 com saldo negativo de -626; Santa Isabel, com -456; Salesópolis -61; e Biritiba Mirim, totalizando -32.
 
País
 
No País, a situação também foi positiva. O Brasil encerrou 2018 com saldo de 529,5 mil empregos formais. Esse foi o primeiro balanço otimista desde 2014, quando houve geração de 420,6 mil empregos formais.
 
De acordo com os dados do Caged, São Paulo foi o Estado que mais gerou empregos (146,6 mil), seguido por Minas Gerais (81,9 mil) e Santa Catarina (41,7 mil). Os maiores saldos negativos foram Mato Grosso do Sul (3,1 mil), Acre (961) e Roraima (397).
 
De acordo com o diretor de Emprego e Renda do Ministério da Economia, Mário Magalhães, o trabalho intermitente e parcial foram responsáveis por 9,7% do saldo total de empregos formais em 2018 no País. 

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