As sete das dez cidades do Alto Tietê entregaram a previsão do orçamento público no valor total de R$ 5,9 bilhões.
A Lei Orçamentária Anual (LOA) para Mogi, até o momento, tem a previsão de um total de gastos estimado em R$ 2,45 bilhões.
Para o coordenador do curso de Ciências Contábeis da Piaget, Robinson Guedes, a LOA é muito importante para os cidadãos. “É a entrega e a materialização de um sonho, como o asfaltamento de uma rua; a troca das lâmpadas de um bairro e a zeladoria da cidade”, diz.
E ainda acrescenta, o “orçamento entrega para o cidadão a prestação de um serviço público, o atendimento em uma UBS (Unidade Básica de Saúde) ou uma Escola Municipal”.
Em Suzano, a previsão orçamentária é de R$ 1,45 bilhão para a cidade no ano que vem. A peça agora segue para votação e aprovação junto ao Legislativo municipal. O projeto deverá ser encaminhado à Câmara de Suzano para nova audiência pública antes da votação em plenário, que deverá ocorrer até o final do ano.
Ferraz de Vasconcelos já protocolou na Câmara Municipal o orçamento, estimado na ordem de R$ 530 milhões, abrangendo tanto o Poder Executivo quanto o Poder Legislativo.
Já em Arujá, a despesa total foi fixada no valor de R$ 530 milhões. Para o próximo ano, Poá informou que a arrecadação é de, aproximadamente, R$ 410 milhões.
A Prefeitura de Guararema também já encaminhou para a Câmara a previsão de R$ 314,05 milhões.
No município de Santa Isabel foi estimado em R$ 240 milhões.
Guedes explica que a Lei Orçamentária pretende, apenas, estimar a receita e fixar a despesa. “É a troca onde o cidadão paga o imposto e o município entrega o serviço”, diz.
A Prefeitura de Itaquaquecetuba informou que o orçamento ainda está em fechamento e até a data oficial, no final do mês, será entregue à Câmara.
As administrações de Biritiba Mirim e Salesópolis não informaram as previsões orçamentárias.