O apoio dos prefeitos das cidades da região à privatização da Sabesp, proposta pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), está condicionado à manutenção das tarifas de água e esgoto e ainda à ampliação dos serviços de saneamento básico.
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, participou de um encontro em São Paulo, há cerca de um mês, em que o governador Tarcísio de Freitas apresentou o panorama de um possível processo de privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Para o chefe do Executivo suzanense, este assunto ainda deve ser amplamente discutido com os municípios, com a população e com as entidades, envolvendo a apresentação do projeto, dos investimentos programados, da redução prevista do valor da tarifa e do prazo de cumprimento da universalização de oferta de água e coleta/tratamento de esgoto, entre outros aspectos inerentes à proposta.
Suzano tem se destacado nacionalmente no que diz respeito ao saneamento básico. Tanto que em 2023 atingiu a 13ª colocação do ranking do Instituto Trata Brasil, que avalia os índices de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto promovidos nas cem maiores cidades do país.
Os serviços são prestados aqui pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), com quem a administração municipal vem mantendo estreita relação e acompanhamento nos últimos anos para garantir investimentos e melhorias para a população.
Exemplo disso são as recentes conquistas obtidas a partir de solicitações junto à empresa estadual, como a implantação e a regularização das ligações de rede de água e esgoto para milhares de famílias de bairros do distrito de Palmeiras e da região norte (como Caulim, Jardim Novo Horizonte, Jardim Gardênia Azul, Jardim Panorama e outros), que também culminam gradativamente no fim da necessidade de caixas d’água comunitárias.
Quanto a detalhes de como ocorrem esses serviços, assim como sobre investimentos para ampliação do saneamento na cidade, as informações devem ser apuradas com a Sabesp.