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Cidades

Procon realiza ações de fiscalização de brinquedos para o Dia das Crianças

29 setembro 2016 - 08h00 Por Gabriely Machado
Procon realiza ações de fiscalização de brinquedos para o Dia das Crianças

Para garantir a segurança dos suzanenses que realizarão as compras do Dia das Crianças, o Procon está realizando uma ação de fiscalização. A informação foi divulgada pela unidade de Suzano e a medida está sendo tomada desde a semana passada, com a equipe técnica do órgão que está realizando visitas aos comércios. O objetivo é averiguar a qualidade e aprovação dos brinquedos. Segundo a diretora do Procon de Suzano, Sandra Lopes Nogueira, a operação vai diminuir as incidências de problemas do consumidor. "Todo ano, a gente faz nas grandes datas comemorativas. A ação é para ver se o segmento está respeitando o direito do consumidor. Vamos estar observando os brinquedos para ver se estão sendo apresentados, de acordo com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia)". Estão passando pelas unidades quatro técnicos. Sandra afirma que além da fiscalização do Procon, o mais importante é a consciência do consumidor na hora da compra. "É preciso ter cuidado com os ambulantes. São ilegais e seus produtos não têm certificação ou segurança. São esses que lotam os postos de saúde por acidente de consumo. É um alerta a população. Porque nós também não podemos punir o ambulante", explicou. Em caso de problemas com a mercadoria, Sandra diz que é necessário tentar resolver com a empresa. "É muito importante que o pai observando uma ocorrência, tente resolver junto a empresa. Não havendo a solução, que venha ao Procon munido da documentação de que já tentou resolver com o responsável". O Procon pode ser contatado pelo telefone 4746-4708, de segunda à quinta-feira, das 8 às 17 horas. COMERCIANTES Os comerciantes do ramo de brinquedos dizem que os clientes não se atentam aos cuidados necessários antes de comprar um brinquedo, como a faixa etária adequada. "Porque alguns brinquedos têm peças pequenas que crianças mais novas, da faixa etária apontada, podem engolir. A gente recomenda nesses casos, eles não devem levar. Os clientes desrespeitam muito essas regras", explicou a funcionária de uma loja na Rua General Francisco Glicério, Jéssica Camargo, de 25 anos. O proprietário de um estabelecimento na Rua Benjamin Constant, Anderson Ramos, de 39 anos, afirmou a mesma coisa. "A gente que avisa o povo aqui. O cliente é difícil perguntar alguma coisa sobre as indicações do brinquedo".

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