As lixeiras públicas instaladas no centro da cidade se encontram depredadas ou são inexistentes. É grande a distancia entre os cestos de lixo da Rua General Francisco Glicério, muitos apresentam apenas a base, pois foram totalmente arrancados do ponto de instalação. A população sofre com a situação. A Secretaria de Assuntos Urbanos informou que a Associação Comercial de Suzano, com apoio da Empresa Pioneira pretende instalar experimentalmente 30 papeleiras metálicas (lixeiras) no Centro Comercial, em parceria com os lojistas. A Secretaria de Assuntos Urbanos esclareceu que o vandalismo ocorre geralmente durante a madrugada. Também foi comunicado que recentemente houve a reposição de lixeiras danificadas em vários bairros. As lixeiras do centro são limpas diariamente e nos bairros duas vezes por semana. O município possui aproximadamente 150 lixeiras estão espalhadas por toda a cidade. A dona de casa Nicéia Cruz Sales, reclama do caso. "Moro em Suzano há três anos e nunca vi reposições de lixeiras. Minha residência fica no centro e percebo como as lixeiras nas praças estão quebradas e depredadas. A qualidade do material é muito ruim. Quando não tem lixeiras, as pessoas jogam lixo no chão. O resultado é uma cidade suja". O artesão Ângelo Marcos Bispo acha que os vândalos são os culpados pela depredação, e não a qualidade do material das lixeiras. "Os cestos de lixo estão em falta, escassos na cidade. Os poucos que ainda restam estão quebrados. O material não é o problema porque é resistente o suficiente para abrigar o lixo, o problema é o cidadão que não tem educação. Uma lixeira não se quebra sozinha. Uma multa a quem depreda as lixeiras seria o ideal para minimizar o problema".