Após a epidemia do Zika Vírus no Brasil, foi preciso reforçar as ações para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Condomínios de prédios e casas possuem lugares propícios ao desenvolvimento do mosquito, como jardins, quadras e cestos de lixo, já que estes locais são de fácil acúmulo de água. Os condomínios de Suzano estão tomando medidas preventivas para impedir a proliferação dos mosquitos. De acordo com o proprietário da administradora de condomínios, Paulo Gherardini Rodrigues, a administradora fornece as instruções aos síndicos e moradores. "Orientamos que os funcionários sempre fiquem atentos aos focos de água parada, ao estado dos jardins e à coleta de lixo. Damos as orientações, também, aos moradores quando acontecem as assembleias gerais dos condomínios. As dicas são as mesmas para todos os 11 condomínios de Suzano que administramos: não deixar água parada nos potinhos de plantas, colocar areia nas floreiras fixas, fazer o descarte correto de lixo, colocar em sacos plásticos caso tenha algum líquido e separar entre recicláveis e orgânicos", explicou o administrador. "As piscinas não correm o risco de virar criadouro do mosquito, pois a água é tratada. Além da adição de cloro e outros componentes químicos, os equipamentos de filtragem estão sempre ativos, o que acaba movimentando a água", completou Paulo. Nos primeiros sete meses deste ano, das cidades do Alto Tietê, Suzano teve a redução de 25,5% na taxa de novos casos de dengue. A cidade teve 335 casos autóctones, isto é, contraídos na cidade, de janeiro a julho de 2015, além de outros 37 importados. Em 2016, foram 249 autóctones e 28 contraídos fora.