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Cidades

Conjunto é feito com ajuda de moradores

16 novembro 2016 - 07h00 Por Gabriely Machado
Conjunto é feito com ajuda de moradores

Os integrantes da Associação de Moradores do Jardim Miriam e Adjacências encabeçam há dois anos o projeto Minha Casa, Minha Vida - Entidades. Trata-se de uma ação de auto-gestão feita pelos moradores. Mutirões são organizados e os próprios integrantes realizam os trabalhos braçais. A Usina Ctah dá o amparo técnico ao projeto e a Caixa Econômica Federal (CEF) realiza o financiamento. O programa Minha Casa, Minha Vida - Entidades é uma proposta criada em 2009 pela Caixa Econômica e conta com o apoio da Secretaria Nacional de Habitação, do Ministério das Cidades. O objetivo da ação é tornar a moradia acessível às famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais, associações e demais entidades privadas sem fins lucrativos. Segundo a Caixa, o programa é voltado a famílias de renda mensal de até R$1,6 mil e visa estimular a cooperação e a participação da população no protagonismo da solução dos seus próprios problemas habitacionais. No Jardim Mirim, o projeto é desenvolvido desde 2014. Cerca de 56 unidades serão construídas. Contudo, ainda não há previsão de conclusão da obra, pois a verba vinda da Caixa na época foi insuficiente. A Usina Ctah deve estar à frente das negociações para o prosseguimento da construção. As informações foram informadas pela caseira da obra, Rosa Maria Estevão de Oliveira Neto. Rosa Maria explicou que as construções tiveram início em 2015 e foram interrompidas em fevereiro deste ano. "Conseguimos ingressar no projeto ainda na antiga gestão, com o auxílio do Secretário de Obras que atuava na época. O pessoal da Associação de Moradores contribui com o trabalho braçal, como a limpeza do terreno, por meio dos mutirões que realizamos. Foi assinado um termo de adesão pelos participantes que devem receber os apartamentos. A Usina Ctah é responsável pela parte técnica, como arquitetos e engenheiros". A caseira também informou que o projeto é voltado para famílias de baixa renda, habitantes de áreas de risco e mães solteiras. A liberação de verbas é aguardada para o prosseguimento das obras.

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