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Cidades

Ashiuchi prevê projeto para coibir invasões

20 novembro 2016 - 07h01 Por Gabriely Machado
Ashiuchi prevê projeto para coibir invasões

Para diminuir os casos de ocupações em Suzano, o prefeito eleito, Rodrigo Ashiuchi (PR) defende projeto de mutirões para tentar reduzir o déficit habitacional e conter invasões. Ele pretende também finalizar projetos habitacionais que estão em andamento e buscar parcerias com o governo estadual e federal serão procuradas para novas ações. Além disso, o novo prefeito visa construir novos empreendimentos e entregá-los aos cidadãos que necessitam de casa própria. O último balanço feito pelo Conselho Municipal de Habitação, em junho, aponta que a cidade possui nove mil ocupações em áreas particulares e públicas. Como medida para reduzir as invasões, Ashiuchi afirmou, por meio de nota, que vai intensificar a fiscalização a fim de coibir as ocupações que acontecem na cidade. Ele frisa que as ocupações irregulares concentram um grande número de pessoas que não são do município, mas, sim, de regiões onde as ações que combatem este tipo de incursão territorial são mais eficazes. "Com dificuldades de um lado, esses movimentos se organizam e migram para onde a fiscalização e a retirada de invasores não acontecem de forma constante e com eficácia", divulgou em nota. O republicano diz que não deixar que as invasões cresçam é tão importante quanto desocupar as áreas irregulares, como em locais com risco de deslizamentos, alagamento, soterramentos e de proteção ambiental. Para isso, a Prefeitura de Suzano, no próximo mandato, irá realizar políticas públicas habitacionais que possam atender essa demanda. Além da conclusão de obras habitacionais no município, Ashiuchi aponta que por meio de mutirões, irá construir novos empreendimentos e entregá-los aos cidadãos que sonham com a casa própria e que têm perfil sócio-econômico para serem contemplados. Em junho, o Conselho Municipal de Habitação divulgou que Suzano possui nove mil ocupações em áreas públicas e particulares, entre elas, áreas de risco, proteção de mananciais e habitações em construção. O déficit habitacional girava em torno de 17,7 mil famílias à espera de moradia.

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