Os nomes que vão compor o secretariado na próxima gestão serão divulgados na próxima terça-feira, em coletiva à imprensa. A informação foi confirmada ontem pelo prefeito eleito Rodrigo Ashiuchi (PR), após vistoria no Hospital Estadual. Está previsto que inicialmente apenas quatro ou cinco nomes sejam anunciados. Também no começo da próxima semana, a equipe de transição deve voltar a se reunir para discutir os relatórios sobre a Prefeitura. "Semana que vem, terça, vamos apresentar os secretários em blocos. É que eu quero apresentar de forma diferente, principalmente para a imprensa, para explicar quem são. Eles mesmo vão explicar porque estão aceitando o desafio. Na primeira leva serão quatro ou cinco nomes", comentou Ashiuchi. O republicano acompanhou a vistoria no Hospital Estadual (veja mais na página 6). Segundo o republicano, existe a possibilidade de atuais secretários da gestão de Tokuzumi permanecerem na composição do secretariado. Isso porque, de acordo com ele, 95% da equipe deve ser renovada. "Noventa e cinco por cento vão ser trocados. Um ou outro a gente está discutindo (a permanência). Eu não vejo partido, eu vejo competência. Se a pessoa colaborar com a cidade, ela vai ficar", contou. Além disso, Ashiuchi já havia anunciado que pretendia cortar e reduzir pastas, para enxugar a máquina administrativa e, consequentemente, o gasto. Ele confirmou que o corte atingirá entre três e cinco secretarias podem deixar de existir ou serem reduzidas no próximo mandato. O republicano também frisou que o plano de 100 dias de ações emergenciais para o município deve ter início no dia 2 de janeiro. UPA DO JARDIM REVISTA A obra para construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Revista, que está abandonada desde 2012, foi citada pelo prefeito eleito. Ele divulgou que a saúde é a área mais delicada da atual administração, principalmente a Santa Casa. Para o Ministério da Saúde, a unidade no Jardim Revista está 70% concluída. "A UPA 24 horas do Revista, para o Ministério, estava praticamente concluída, mas a realidade é que está totalmente destruída. Ou a gente entrega obra ou temos R$ 1,5 milhão para devolver. Faltou informação da Prefeitura para o Ministério", explicou o republicano.