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Cidades

Cidades da região registram 23 casos de chikungunya neste ano

03 dezembro 2016 - 07h00 Por Gabriely Machado
Cidades da região registram 23 casos de chikungunya neste ano

Vinte e três casos de chikungunya foram confirmados na região neste ano. Os dados são de Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano. Ferraz de Vasconcelos tem registro somente de casos suspeitos. Outras cidades como Arujá e Guararema não contabilizaram nenhuma ocorrência. O número total de notificações da doença, até o momento, é de 82 casos. Na cidade suzanense, neste ano, a chikungunya computou 20 notificações. Destas, 14 foram descartadas. Dos casos confirmados, quatro são importados. Dois ainda estão sob análise. Em relação ao zika vírus, houve oito notificações, sendo que seis foram descartados e dois estão em andamento. A Secretaria de Saúde informou que caso a pessoa tinha sintomas de alguma dessas doenças, deve procurar um posto médico, onde será analisado e, se preciso, passará por exame de sangue para verificação. Mogi foi o município que mais registrou casos de chikungunya. Ao todo, foram 13 casos, sendo que todos são importados. Em comparação ao último ano, houve aumento de seis casos. Para o combate da doença, o Executivo realiza visitas, vistorias, orientações, palestras, aplicações de produtos, além da orientação e capacitação de profissionais da saúde e agora também para pessoas responsáveis pelas vistorias dos imóveis. Para saber se a pessoa foi infectada, é feito exame laboratorial e encaminhado ao Instituto Adolfo Lutz, que faz a análise e fornece o resultado. Sobre o zika vírus na cidade não há registros até o momento. Já Itaquá, neste ano, registrou 22 casos suspeitos e seis importados de chikungunya. Em 2015, não foi registrado nenhum caso. Com relação ao zika vírus não houve casos confirmados nos dois anos. A Prefeitura segue com o trabalho preventivo de visita casa a casa para combater a proliferação do mosquito. Os trabalhos são feitos sempre aos sábados, das 9 às 14 horas. Em Ferraz, 21 casos foram notificados até o momento e nenhum foi confirmado. No ano passado houve dois casos e também não foram positivos. Além disso, há uma gestante em análise para zika vírus que foi atendida no Hospital Santa Helena, em São Bernardo do Campo. Porém, o médico já descartou pelos sintomas a doença. A análise foi somente por precaução. Em Arujá, não há casos ou notificações suspeitas da doença neste ano. A prevenção na cidade acontece para evitar a reprodução do Aedes aegypti com ações de conscientização e bloqueio, retirada de objetos possíveis de acumular água ao longo de todo o ano. Guararema não computou nenhum caso das doenças ao longo desses dois anos.

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