Os obstáculos para os prefeitos eleitos da região deverão aparecer em 2017 e a vinda de recursos estrangeiro são cogitados. Segundo a taróloga Geisa Leôncio, o abandono deixado pelos governos anteriores é apontado como o principal motivo para as dificuldades enfrentadas nos mandatos. As cartas ainda revelam pouca evolução na saúde suzanense e reformas na educação. De acordo com Geisa, os prefeitos terão de lidar com a precariedade. "As gestões anteriores deixaram a desejar em todos os aspectos. Há um abandono na questão financeira, na urbanização e na própria conservação da natureza. O próximo mandato terá dificuldades, tendo que buscar recursos de fora visando o melhor. Talvez conhecimentos estrangeiros, de países que passaram por situação de causos. Contudo, as coisas tendem a melhorar na região em 2017 porque o povo cansou e vai exigir". A taróloga ressalta que os próximos prefeitos devem liderar com estratégia para atingir o público. "Eles vão liderar para o público e isso exige saber agradar a todos". Um alerta é deixado a Rodrigo Ashiuchi (PR). "Que ele tenha opinião própria e siga a intuição dele. Não pode fraquejar nas dificuldades. O prefeito deverá ser firme nas decisões e manter sempre a coragem". Quanto ao vice-prefeito eleito, Walmir Pinto (PDT), a previsão mostra que será um ano intenso. "Ele viajará muito. Será difícil encontrar ele parado na prefeitura, vai sair e fazer contatos. Um ano de muita atividade". Em Suzano, as previsões não são animadoras para a saúde, que apresentará pouca evolução. Muito será discutido, mas o avanço e a eficácia não são apontados. "As pessoas querem muito discutir e falar sobre saúde, mas pouco se executará à sociedade. Teremos poucas resoluções para nossos problemas neste setor". A cultura e o esporte suzanense também não terão tanto progresso em 2017. "Vejo a cultura bem parada e repetitiva. O investimento será só no básico. No esporte, por mais que tenhamos bons atletas, as equipes ainda terão limitações pela questão financeira. Discussões na secretaria e na direção desta pasta são previstas", diz. Quanto à educação no município, a taróloga prevê uma reforma vinda de cargos altos do governo, o que pode gerar dificuldades de adaptação para funcionários e estudantes. "Haverá um planejamento e Suzano vai alcançar as metas estabelecidas, mas isso vai se perder ao longo do tempo por conta de burocracias".