Oito em cada dez lixeiras das ruas centrais de Suzano são alvo de vandalismo. O DS percorreu as principais ruas do quadrilátero central e encontrou 55 lixeiras. Do total, 21 estavam danificadas e 25 foram arrancadas, ou seja só havia ao suporte delas. Por conta do problema, foram encontradas tampas quebradas e lixo no chão. A Secretaria de Planejamento Urbano informou, por meio de nota, que pretende dar início a um projeto urbanístico para o quadrilátero central, que inclui a implantação de novas lixeiras. Em cinco ruas principais da área Central, a que mais contabiliza lixeiras quebradas é a Rua General Francisco Glicério, com oito equipamentos. Em seguida, fica a Rua Benjamin Constant, tendo sete lixeiras danificadas. Já a Avenida Antônio Marques Figueira computa três lixeiras danificadas. As ruas Baruel e Campo Salles contabilizam duas e uma, respectivamente. BOM ESTADO Apenas nove lixeiras inteiras são registradas nas seis principais ruas do Quadrilátero Central. Por ser vias de três quilômetros de extensão, em média, o número assusta a população da cidade. Eles afirmam que o equipamento é necessário para manter a limpeza dos locais e até mesmo para evitar alagamentos e enchentes (veja mais abaixo). A rua que contabiliza mais lixeiras em perfeito estado é a General Francisco Glicério, com cinco. A via, que recebe milhares de pedestres por dia, é vista como a mais suja pela população. Em segundo lugar aparece a Rua Benjamin Constant, sendo computadas apenas três lixeiras. Na sequência, vem a Rua Baruel, com somente uma. Outras ruas como a Felício de Camargo e a Campos Salles, além da Avenida Antônio Marques Figueira não possuem lixeiras. PREFEITURA De acordo com a Prefeitura, o projeto urbanístico que será realizado não atenderá só no Centro, mas todos os espaços públicos de Suzano. No entanto, o projeto está em fase de levantamento de dados. O objetivo é criar grupos para discutir a requalificação de todos esses lugares.