O Alto Tietê registrou pelo menos 219 óbitos de bebês em 2016. O número de nascimentos no mesmo ano foi de 17.021. Ou seja, foi um bebê morto para cada 77 que nasceram. Em comparação com 2015, o total de nascidos no ano passado foi 11% menor. O ano retrasado contabilizou 19.148. Contudo, as mortes no ano passado não seguiram a mesma estatística e cresceram 5,29%, passando de 208 (2015) para 219 (2016). Itaquaquecetuba é o município com mais nascimentos, com 6.042 no último ano. Em relação aos óbitos, o número registrado foi 77. Com foco na saúde da gestante e do bebê, a cidade conta com o apoio da Pastoral da Criança, e ainda adotou a “Rede Cegonha”, que é uma estratégia do Ministério da Saúde a fim de oferecer atendimento aos períodos de pré-natal, parto e nascimento, puerpério e atenção integral à saúde da criança. As causas mais recorrentes que levam os bebês a óbito são problemas respiratórios, ausência de pré-natal, negligências, prematuridade, malformações e doenças infecciosas transmissíveis, como a sífilis. A segunda cidade a registrar mais nascimento é Mogi das Cruzes, foram 5.094 partos e 60 óbitos em 2016. O município tem investido para que as mortes ocorram em menor número. Os programas “Mãe Mogiana” e “Alô Mãe Mogiana” oferecem atendimento e orientação às gestantes. O trabalho é feito em parceria com a Santa Casa de Misericórdia. Para participar, a mãe precisa ter passagem por uma unidade de saúde municipal. Além disso, Mogi conta com o Banco de Leite Humano e repelentes também são distribuídos às grávidas, a fim de prevenir doenças causadas por mosquito Aedes aegypti. Em Suzano, pelo menos 69 bebês morreram no último ano, sendo que 4.336 partos foram realizados. A Secretaria de Saúde informou que ações têm sido desempenhadas para uma gravidez saudável. Entre as medidas estão a garantia de pré-natal, exames, assistência ao parto humanizado, consulta pós-parto, imunização da criança conforme calendário vacinal e vigilância do óbito infantil. Poá também aderiu à “Rede Cegonha”. A cidade recebeu 1.549 bebês, dos quais 13 vieram a óbito. É importante ressaltar que as mães poaenses dão à luz em hospitais de referência da região. Logo, os registros das crianças não ocorrem no município. Desta forma, o quantitativo geral total de bebês nascidos vivos ainda será disponibilizado em abril.