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Cidades

49,7 mil suzanenses deverão ser vacinados contra gripe em Suzano

30 março 2017 - 08h00 Por Gabriely Machado
49,7 mil suzanenses deverão ser vacinados contra gripe em Suzano

Cerca de 49,7 mil suzanenses deverão ser vacinados durante a 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza. A ação é voltada a um público alvo, caracterizado por grupos de riscos como idosos, recém-nascidos, crianças até 5 anos, gestantes, indígenas e portadores de doenças crônicas. Este ano, o período de vacinação vai do dia 10 de abril a 19 de maio. A meta de que 90% dessas pessoas sejam imunizadas na cidade. A data para a mobilização nacional, o Dia D, será em 6 de maio. Em 2016, 55.716 doses foram aplicadas no município. A vacinação é gratuita e estará disponível para os grupos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS's) da cidade. Entre os dias 10 e 17 de abril, a campanha será voltada à imunização dos profissionais da saúde. A ação ainda vacinará adolescentes de 12 a 21 anos, que cumprem medidas socioeducativas, presos e funcionários do sistema prisional. A oferta das doses também se estenderá a professores do ensino básico e superior das escolas públicas e privadas. A campanha deste ano se iniciará mais cedo. No último ano, a vacinação teve início em 30 de abril e houve um aumento no número de casos de gripe registrados antes do inverno. Em Suzano, a prevenção é um hábito entre a população que faz parte do público-alvo. A aposentada Carmelinda Sousa Ferramosca, de 62 anos, é uma dessas suzanenses. "Pretendo me prevenir, já tomei a vacina nos outros anos e não tive reação alguma. É importante tomar para não ficar doente nesta idade". A também aposentada Floripes Pires da Silva, de 76 anos, compartilha do mesmo pensamento. "Eu sempre tomo a vacina durante a campanha, este ano também vou me prevenir". Já o aposentado Otoniel Ferreira da Silva, de 81 anos, prefere se arriscar. "Já tomei esta vacina e não fiquei bem, fiquei gripado do mesmo jeito. Ano passado peguei um vírus muito forte, então, acho que não faz diferença se eu não tomar". O autônomo Rogério Rodrigues da Silva, de 41 anos, não faz parte do grupo de risco, mas afirma que busca se precaver. "Após o período da campanha ao público-alvo, eu vou no posto saber se sobraram doses. Quando sobra, eu tomo. Também participo quando acontece mutirões, campanhas livres na rua. É sempre bom estar imunizado, mas nunca busquei vacinas em clínicas particulares".

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