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Cidades

Empresa é escolhida e Operação Tapa-Buraco vai custar R$ 2,17 mi

06 abril 2017 - 08h01 Por Gabriely Machado

A empresa Via Nova Pavimentação e Construções Ltda. venceu ontem a licitação para realizar os trabalhos da Operação Tapa-Buraco. O investimento será de R$ 2.177.712 e a previsão é de que os serviços comecem até o final do mês. Quinze empresas participaram do processo licitatório. Antes de abrir a licitação, a Prefeitura fez um consulta com as empresas e havia estimado um investimento de R$ 3.927.933, ou seja, haverá uma economia de cerca de R$ 1,7 milhão, valor 44,55% menor. Para chegar ao investimento total, as empresas apresentaram um valor por tonelada, que foi multiplicado por 5.112 toneladas de massa asfáltica, que serão utilizadas nos 12 meses de contrato. Na sexta-feira, às 14 horas, haverá a vistoria pública na empresa vencedora. De acordo com o diretor de compras e licitações, Eduardo Pacheco, se tudo estiver dentro do regulamento, o serviço da operação poderá ser autorizado a partir da próxima quarta-feira. Os envelopes com as propostas das 15 empresas foram entregues ontem, às 9h25, na Sala de Licitações. Após isso, houve a abertura dos envelopes e divulgação dos preços ofertados. Três empresas já haviam sido impugnadas antes da abertura do processo. Os três menores valores apresentados foram a Via Nova, que inicialmente pediu R$ 2.392.671,6 (R$ 468,05 toneladas); a Rodrigo S. do Nascimento Pavimentação EPP, sendo R$ 2.552.932,8 (R$ 499,40 toneladas); e a MDR Construtora e Pavimentação Ltda., que solicitou R$ 3.140.812,8 (R$ 614,40 toneladas). Após a apresentação dos valores houve disputa de lances de preços. Depois de quatro rodadas, a MDR declinou do valor de R$ 2.239.056 (R$ 438 toneladas). Na rodada seguinte, a Rodrigo desistiu sob R$ 2.193.048 (R$ 429 toneladas). Assim, a Via Nova aceitou o preço de R$ 2.177.712 (426 toneladas). Com direito de dar mais um lance para garantir como vencedora, sendo no valor de 5% abaixo em relação ao último lance de preço da segunda colocada, a empresa Via Nova decidiu manter o número. A Rodrigo podia dar mais um lance também no final. Isso devido a uma lei complementar que beneficia empresas de pequeno porte. Porém, o representante da empresa declinou e foi se encerrada a licitação. O representante da Via Nova, Paulo César Pinheiro, afirmou que a empresa já esperava esse valor e que conseguirão realizar um grande trabalho para a cidade. "Faremos a operação da melhor forma, para que assim os suzanenses saiam beneficiados e cômodos, sabendo que poderão trafegar em um local com ótima qualidade". Ele ainda explicou como foi disputar lance a lance com as outras empresas. "É um ritual normal, sempre falo no telefone com o chefe para ir o comunicando dos valores. Foi disputada essa licitação", completou. Segundo Pacheco, a vistoria acontecerá sexta-feira para avaliar se os regulamentos estão dentro das normas exigidas pela licitação. "A empresa deverá ter dois caminhões, onde trabalhará em duas frentes, uma de fresa e um de rolo. Caso seja desclassificada por falta de alguma coisa, a segunda colocada na licitação passará à classificada". Ele ainda ressaltou que se houver desacordo com os serviços, a empresa será penalizada. "Na última gestão faziam o que queriam, mas agora não vai ser assim. A empresa deverá manter todos os direitos da Prefeitura da contratação, caso não ocorra desse jeito, aplicaremos multa a ela", enfatizou.

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