Suzano está vacinando, em média, 230 pessoas contra a febre amarela. Atualmente, o estoque do município conta com 1.250 doses. Até o momento, 4.059 pessoas foram vacinadas, número 24 vezes maior do que os vacinados entre janeiro e março do ano passado. O município não conta com casos suspeitos da doença e também não é considerada área de risco para a febre amarela. De acordo com a Secretaria de Saúde, a Prefeitura tem intensificado as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças: chikungunya, zika, dengue e febre amarela. O Departamento de Zoonoses, órgão vinculado à pasta, realiza vistorias nas residências e comércios da cidade. "O objetivo da municipalidade é conscientizar a população sobre os cuidados que devem ser adotados mediante a dengue, à chikungunya, ao zika vírus e à febre amarela", adianta. Na ação, os técnicos da Zoonoses passam de imóvel em imóvel, orientam a população sobre as doenças, a importância da prevenção e como eliminar os focos do Aedes. A vacinação contra a febre amarela é feita no Centro de Saúde II, na Avenida Paulo Portela, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8 às 15h30. O telefone da unidade para informações é o 4748-4991. REGIÃO Em Ferraz de Vasconcelos, a Vigilância Epidemiológica conta que o estoque de vacinas existente na cidade é suficiente para atender a demanda para viajantes de áreas endêmicas. Ao todo, 985 pessoas procuraram a vacina no município. O município tem dois casos suspeitos, sendo um importado de Minas Gerais e outro em análise de exames, com outras patologias. A Vigilância Epidemiológica de Poá aponta que a cidade possui 300 doses da vacina de febre amarela. "Houve um aumento na procura pela vacina por parte dos munícipes. Em 2016, aplicamos 293 doses da vacina e, neste ano, 651 doses até o momento", detalha. Poá não possui casos suspeitos de febre amarela e o município realiza ações de bloqueio para o combate do Aedes aegypti, sendo que a vacina é recomendada para as pessoas que vão viajar ou para as que residem em áreas de risco de transmissão da doença. Mogi das Cruzes também não teve nenhum problema, até agora, para reposição de estoques da vacina, que é fornecida pelo governo do Estado. Mesmo assim a procura continua intensa. Nos dois primeiros meses deste ano foram aplicadas 5,5 mil doses. No último ano, a média mensal era de 100 doses por mês. "Recebemos três casos suspeitos, os três já descartados e nenhuma confirmação, até o momento. A Prefeitura vem seguindo os protocolos e quanto há casos suspeitos, é feito o bloqueio nos arredores. O mesmo procedimento é adotado nos casos de morte de macacos", afirma. Em Itaquaquecetuba, o Executivo realiza semanalmente o trabalho preventivo de visita casa a casa para combater a proliferação do Aedes. "Dando continuidade ao trabalho que foi feito no ano passado, durante os mutirões, os servidores passam em todas as residências e também nos comércios fazendo orientações, distribuindo panfletos e verificando possíveis criadouros do mosquito. É importante destacar que durante as visitas todos os agentes estão identificados com camisetas e crachás", destaca. Guararema frisa que o estoque de vacinas é reposto conforme a necessidade, sendo que a procura continua grande, porém muitos não se enquadram nos critérios de vacinação. Até agora foram aplicadas 407 doses. No mesmo período do ano passado foram apenas 27 aplicações. A administração frisa que o município corre o risco de ficar sem vacina, caso a demanda continue alta, além disso, ações rotineiras de combate ao Aedes são realizadas de forma ininterrupta, como as visitas casa a casa, intensificação, bloqueio de criadouros, mutirões de finais de semana, atendimentos às denuncias, entre outros.