A acessibilidade e mobilidade urbana para deficientes é um desafio para as gestões públicas das cidades do Alto Tietê. Em Suzano, essa realidade não é diferente. A falta de acessibilidade atrapalha o direto de ir e vir dos suzanenses que possuem algum tipo de limitação seja ela motora, visual ou auditiva. O Movimento pelos Direitos do Deficiente Físico (MDDF) cobra melhorias.
O DS entrou em contato com a Secretaria de Planejamento Urbano e com a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana da cidade para saber se há algum plano em vigor na atual gestão municipal.
Segundo a Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação de Suzano, o plano diretor (2018-2027) prevê, e leva em consideração, a prerrogativa de transformar o município de Suzano em uma cidade acessível e inclusiva para pessoas com deficiências (PCD's). "Está incluída a determinação de que todos os prédios públicos construídos a partir de agora estejam de acordo com a norma ABNT-NBR 9050 (que trata da acessibilidade a prédios públicos), bem como a discussão do Plano de Mobilidade Urbana".
O DS questionou a Prefeitura se há apoio, por parte da gestão, a entidades que apoiam os PCD's. Em resposta, a Secretaria do Governo informou que esta é uma preocupação atual da gestão. "Além do plano diretor, a acessibilidade faz parte das diretrizes nas áreas da Educação, Saúde, Mobilidade, Cultura e nos prédios públicos. A interface entre as entidades sociais e o poder público é realizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência - CMDPD, além de diversas entidades sociais atendidas pela secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social".