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Produto Interno Bruto

Maioria das cidades da região tem aumento de riqueza, apontam dados do PIB

Dados de 2017 foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira, 13

22 dezembro 2019 - 21h00 Por Daniel Marques - de Suzano
O Produto Interno Bruto (PIB) do Alto Tietê subiu 2,26% entre 2016 e 2017. Suzano apresentou 2,56% de aumento, com crescimento R$ 268.89 milhões. Os dados de 2017 foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira, 13.
 
No total, o PIB da região em 2017 foi de 47,9 bilhões. Houve aumento de R$ 1,06 bilhão de um ano para o outro, uma vez que, em 2016, a região fechou com R$ 46,84 bilhões de Produto Interno Bruto.
 
O PIB mede o nível de riqueza e a atividade econômica de uma cidade, região ou país. A tendência é que, quanto maior for o PIB de uma cidade, maior o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dela.
 
Além de Suzano, as cidades de Arujá, Ferraz, Guararema, Itaquá, Salesópolis e Santa Isabel também apresentaram aumento de um ano para o outro. O levantamento apresentou queda no PIB em Biritiba Mirim, Mogi das Cruzes e Poá.
PIB em 2017
 
Mesmo com queda na transição de um ano para o outro, o maior PIB da região em 2017 foi o de Mogi das Cruzes. A cidade concluiu aquele ano com R$ 14,47 bilhões. Suzano vem em seguida, com R$ 10,76 bilhões. Na terceira posição ficou Itaquá, com o PIB de R$ 6,93 bilhões. A lista segue com Arujá, que registrou R$ 5,31 bilhões no levantamento. Mais abaixo vem Poá, com R$ 4,21 bilhões e Ferraz, com R$ 2,98 bilhões de riqueza. A última cidade da região que fechou com o PIB na "casa do bilhão" foi Santa Isabel que, em 2017, computou R$ 1,35 bilhão de riqueza.
 
Guararema fechou o ano retrasado com PIB de R$ 960,96 milhões e, logo atrás, Biritiba Mirim figurou com R$ 704,60 milhões. No levantamento, Salesópolis foi a cidade do Alto Tietê com o menor nível de riqueza, com R$ 200,62 milhões.
 
O PIB per capta representa o quanto cada habitante de uma cidade "receberia" caso as riquezas do município fossem divididas entre eles. Arujá lidera essa lista, com R$ 61,4 mil por habitante em 2017, seguida por Suzano, com R$ 37 mil. Poá vem em terceiro com R$ 36,5 mil. A lista segue com Mogi das Cruzes, com R$ 33,3 mil por habitante e Guararema, com R$ 33,1 mil. Santa Isabel aparece na sexta colocação, com R$ 24,1 mil e Biritiba Mirim, na sétima, com R$ 22,1 mil de suas riquezas que cabem a cada habitante. 
 
Itaquá e Ferraz aparecem na oitava e nona colocação com, respectivamente, R$ 19,2 mil e R$ 15,8 mil. A cidade com o menor PIB per capta é Salesópolis, com R$ 11,8 mil para cada habitante.
Metade das cidades da região apresenta crescimento do PIB per capta entre os anos de 2016 e 2017, sendo elas Arujá, Ferraz, Itaquá, Santa Isabel e Suzano. As outras cinco apresentaram redução neste número.
 
A diferença mais significativa foi em Arujá. A cidade apresentou, de um ano a outro, crescimento de R$ 4.773,99 no PIB per capta. Em contrapartida, a maior queda aconteceu em Poá. A cidade reduziu seu PIB per capta em R$ 2.177,06 de 2016 para 2017.

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