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Jornal Diário de Suzano - 09/01/2026
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Coluna

Olha o Natal Aí!

20 dezembro 2025 - 05h00


Sei bem que o Natal tem significados por vezes um tanto diversos para cada um de nós. A marca da comemoração do nascimento de Jesus Cristo é, seguramente, para a grande maioria de nós, a ideia básica. Fui criado em forma cristã, católica. E sei de tantas diferenças consideradas nos tempos de hoje, mesmo entre tantos outros cristãos. Mas a básica ideia de nos sentirmos unidos, inspirados num Senhor Deus que nos propõe um mundo de bondade e respeito aos demais já nos encaminha para nos projetarmos a um futuro positivo. As tradições dessa comemoração são muitas para cada um de nós. Mas sempre miram olhares favoráveis ao encontro das pessoas e sua união em direção ao Bem. Os Reis presentearam os pais de Jesus pelo seu nascimento. Nós seguimos com a mesma ideia de presentearmos os mais próximos. As crianças se sentem muito felizes. "Virão muitos brinquedos!" e por que não? Que venham, que tragam alegrias a mais e mais.
Com o tempo que vai nos chegando não ficamos mais tão amarrados aos presentes "a receber". Mas ainda nos vemos como presenteadores, dos filhos, dos netos, de amigos, em destaque alguns que se mostraram especiais no ano. Verdade, os presentes ainda nos ligam como mensagens que queremos receber e repassar. E uma forma de mostrar como nos sentimos ligados a tantas outras pessoas pelo mundo que vivemos. Especialmente aos parentes. O Natal é uma prioridade na nossa relação com os parentes. Mas ela vai se alargando. Em tempos de trabalho esse relacionamento é mais amplo. Depois das inatividades vai se estreitando ao longo do tempo também. Deixamos de conviver com tantos daqueles parceiros diários. É natural a consequência da redução. Mas as reuniões com parentes, continuam, persistem. Coisa de Família. E ao seguir do tempo vamos alterando os tipos de presentes que oferecemos. De brinquedos, aos menores a roupas aos maiores, nas condições que cada um de nós pode se permitir. Os livros a entregarmos, tempos atrás me disseram que diminuíram, quase que deixaram de ser presentes. É real, houve uma diminuição efetiva da leitura em nosso amado país. Mas, sabemos, alguns ainda persistem leitores, se podemos, porque não homenageá-los com uma alegria, com uma satisfação? Temos mesmo de saber o que cada um gosta mais. Teremos mais opções de escolha. E agradaremos mais, com certeza. Podemos, sempre que possível deixar mais acessível nossos gostos aos outros. Não se deve esconder. 
Sabemos que as coisas estão muito caras. Então não é tão simples assim comprar tudo e qualquer presente. E se a nossa lista é grande, então a coisa vai muito longe, pode escapar das nossas mãos. Sejamos realistas, dentro das nossas condições pessoais. A bondade de presentear é um carinho e uma homenagem que aprendemos na história da nossa cultura e sensibilidade familiar. 
A imagem de Jesus como Mestre tem de ser mantida em cada pensamento que nos conduz nesse tempo de comemoração. É o da nossa união com todos os demais que foram nos chegando e a quem vamos nos vinculando. Mas pensemos nos demais que de algo necessitam. 
Sentimo-nos ainda melhor em presentear no Natal. Êta coisa boa!