Os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já estão nas ruas. Eles têm a missão de colher as informações da população para assim elaborar o censo 2022.
O censo é realizado nacionalmente a cada 10 anos. O último era para ter sido realizado em 2020, mas por problemas com o governo federal, o censo não foi realizado, além de que o mundo vivia uma pandemia.
Neste ano, o IBGE abriu vagas para pessoas que precisam de uma renda extra ou mesmo de um emprego. O cargo de recenseador tem o dever de passar casa por casa para apurar os dados da população.
Vamos cooperar com o IBGE. Infelizmente não é o que se tem visto por aí. Só para se ter uma ideia, segundo reportagem do portal da Band, até o fim de agosto, ou seja, um mês após o início do censo, pelo menos 7 mil recenseadores desistiram do cargo.
Entre as principais queixas, estão recusas para responder o questionário, a baixa remuneração e ainda o atraso no pagamento do salário, calculado com base na produtividade do profissional.
Para a aplicação dos questionários referentes ao Censo 2022, mais de 183 mil recenseadores foram contratados pelo IBGE para percorrer 75 milhões de domicílios em todo o país.
Segundo os diretores do IBGE, de início, o recenseador é enviado para setores mais simples para que aprendam com mais facilidade e depois são enviados para as áreas mais difíceis.
No geral, os setores mais “complicados” são comunidades que tem alta criminalidade e áreas de padrão muito elevado, porque, segundo o IBGE, a maioria das pessoas não gostam de receber os recenseadores.
Esse é o 13 Censo Demográfico do país. Com os dados, o IBGE pretende atualizar o número de habitantes no país, mapear a distribuição populacional no território nacional e também detalhar as condições de vida dos brasileiros.
Por meio do censo, ainda é possível garantir o repasse de verbas melhor distribuídas para cada região do País.
Uma cidade ou estado com número populacional desatualizado por ser prejudicada ao não receber verba ou mais programas para a população devido ao número errado.
Por isso, falta ao governo federal, neste momento, mesmo com as eleições, realizar uma divulgação mais ampla e completa ao ceso.
Explicar a necessidade e confirmar que é dever de todo cidadão prestar as informações aos recensedores, que são enviados pelo IBGE. É fácil confundir com criminosos, mas os agentes possuem identificação com foto, celular equipado, QR Code para leitura oficial da identidade.
Vamos cooperar com o IBGE.