O País vive neste domingo, 2 de outubro, um momento histórico. Acontecem as eleições gerais.
O Brasil constitui-se em Estado democrático de direito no qual “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” (art. 1º, parágrafo único, da Constituição Federal de 1988).
Assim, o sentido da democracia está na possibilidade de o cidadão exercer a soberania popular, que se concretiza pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto na escolha dos governantes. Daí, o eleitor tem em suas mãos um importante instrumento de mudança política e social: o voto.
O Brasil é um País reconhecido pela sua ampla representatividade democrática. No entanto, nem sempre foi assim. Houve momentos na história de grandes restrições ao direito de participação popular no processo de escolha dos governantes: as mulheres não tinham direito de votar; o voto era definido pela renda (voto censitário – direito apenas dos ricos) e, ainda, controlado por coronéis (voto de cabresto).
Os tempos mudaram, houve avanço significativa na democracia do País e o cidadão tem hoje um direito/dever importante de votar para escolher representantes, seja no Executivo como no Poder Legislativo.
Os dias destinados à realização das eleições representam um dos raros momentos em que todos se igualam, pois não há diferença de raça, sexo, condição financeira, classe ou grupo social, já que existe igualdade de valor no voto dado por cada cidadão.
Diante da liberdade e da igualdade no exercício da soberania popular, é fundamental que o voto seja consciente, pois esse é um fator preponderante para que se alcance um resultado satisfatório no pleito.
Por toda a sua importância, pelo direito e dever, é importante ir às urnas neste domingo. Será uma oportunidade ímpar de exercer a democracia do País.
O momento é propício para garantir esse direito. Que todos possam praticar esse exercício com segurança, da melhor maneira possível neste domingo.