No próximo dia 30 de outubro, eleitores de todo o Estado de São Paulo vão conhecer o próximo governador.
Desta vez, um representante do PSDB ficou de fora. Foram quase 30 anos de domínio do partido no Estado.
A força tucana se mostrou, sobretudo, também pelo apoio que o atual governador Rodrigo Garcia (PSDB) recebeu, entre os 645 municípios. Mais de 500, incluindo os dez do Alto Tietê, apoiaram maciçamente Garcia.
Agora está entre Tarcísio e Haddad. Seja quem for o governador para o mandato de 2023-2026, uma coisa o Alto Tietê pode ficar tranquilo. Pelo menos, teoricamente, no que se refere ao discurso e promessa de ambos.
Eles prometerem manter os contratos anteriormente assinados com as prefeituras, continuar projetos importante por parte dos municípios.
Ou seja, não haverá suspensão de obras.
Se, na prática, as promessas vingarem será interessante.
É nítida, sem dúvida, a preocupação dos prefeitos do Alto Tietê em relação ao temor de suspensão de contratos e obras.
O Alto Tietê, uma das regiões mais importantes do Estado, por causa do Produto Interno Bruto (PIB) e do Cinturão Verde, precisa ser atendida em suas demandas.
Só para ficar em Suzano, por exemplo, há pedidos para a continuidade de obras no Hospital das Clínicas. Primeiro, se tornou Hospital de Cirurgias, depois Hospital Regional do Alto Tietê.
Mas ainda é preciso olhar com carinho para a possibilidade de a unidade se tornar um Pronto-Socorro (PS). A saúde tem sido uma grande preocupação.
Há também pedidos de projetos para a infraestrutura viária.
O Rodoanel não tem saída para a região. E isso preocupa.
O projeto atualmente está nas mãos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
A obra está atrasada.
As palavras de Tarcísio e Haddad são de que vão manter os projetos atuais em andamento. Isso garante um pouco de alívio aos prefeitos. Seja quem for o governador de São Paulo, as obras prosseguem.
As cidades da região são muito representativas, apesar da necessidade de mais obras e projetos.
Agora, é esperar o dia 30 de outubro, saber quem será o governador, e, a partir daí, os prefeitos e classe política terão a missão de cobrar do novo chefe do Executivo estadual para que os serviços sejam mantidos.
Afinal, a população não vai conseguir esperar o retorno para a estaca zero de projetos importantes de áreas de desenvolvimento municipal.