terça-feira 29 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Editorial

Campanha Nacional

21 outubro 2022 - 05h00 Por Gabriely Machado
Campanha Nacional

O Aedes Aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. 
Menor do que os mosquitos comuns, tem listras brancas no tronco, na cabeça e nas pernas. 
Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
Por todo o País, as cidades reforçam o trabalho de prevenção e combate e, nesta semana, o governo federal decidiu lançar campanha.
Com o tema “Todo dia é dia de combater o mosquito”, o Ministério da Saúde divulgou a Campanha Nacional de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
De acordo com informações da Agência Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a campanha busca mobilizar os cidadãos a participarem efetivamente do combate. “Nós não temos como fazer isso sozinhos. Se não houver colaboração da sociedade, todos os anos vamos ter casos e casos de dengue”, ressaltou Queiroga em evento em Brasília.
Ainda segundo o ministro, a prevenção é a melhor forma de combater a doença e todo local de água parada deve ser eliminado, já que é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos.
A campanha será veiculada na televisão, no rádio e na internet e trará tanto informações sobre os principais focos de proliferação do mosquito quanto orientações sobre prevenção. 
Ainda conforme a Agência Brasil, ações simples podem ajudar no combate ao mosquito, principalmente, no quintal de casa. 
Entre as medidas que podem ser adotadas estão: evitar água parada em pequenos objetos, pneus, garrafas e vasos de planta; manter a caixa d’água sempre fechada e realizar limpezas periódicas; vedar poços e cisternas; descartar o lixo de forma adequada.
O número de casos de dengue no Brasil subiu quase 185% este ano, na comparação entre janeiro a outubro de 2022 e o mesmo período do ano passado. 
Em 2021, foram registrados 478,5 mil casos, número que subiu para 1,3 milhão neste ano. 
Levantamento do Ministério da Saúde aponta ainda 909 óbitos confirmados pela doença. 
Em 2022, os casos de chikungunya também tiveram um aumento expressivo, 89,9%, em relação ao ano passado. 
Até outubro deste ano, 168,9 mil casos já haviam sido notificados no país. 
Já a zika indicou um aumento de 92,6% em 2022, mas nenhum óbito foi registrado pela virose.